quinta-feira, 29 de março de 2012

Medo de traição


                Recentemente em um curso de EFT atendi um moça com problemas nos relacionamentos afetivos. Ela sentia muita raiva só de pensar na possibilidade de ser traída. Esse tema a incomodava de uma maneira muito profunda. O sentimento desconfortável se manifestava sempre que ela ouvia falar de alguma traição, fosse na televisão, revista ou em conversa com amigos. Se algum amigo falasse que foi numa balada sozinho, sem a namorada e paquerou ou ficou com alguém, ela se sentia bastante irritada e se tornava agressiva com a pessoa chamando-a de idiota e questionando o por que desse tipo de comportamento.
                Toda essa raiva escondia um medo profundo de ser traida e se sentir rejeitada. A raiva muitas vezes é apenas uma máscara que esconde uma fragilidade. Quando guardamos esse tipo de sentimento, nossa mente começa e procurar involuntariamente por fatos e indícios de que a outra pessoa está nos traindo. No artigo anterior escrevi sobre como as emoções negativas filtram e distorcem a realidade, e era exatamente isso que acontecia com ela.
                Uma olhada pro lado que o namorado desse, ou um comentário qualquer, sempre a levava a concluir que a pessoa estava com intenção de traí-la. Nesse momento ela sentia muita raiva, criava uma confusão e acabava por terminar o relacionamento. Isso dava origem a sofrimento pra ela e para o outro.
                Esse medo e raiva constante a deixavam bastante tensa. Sendo assim todo relacionamento era um tormento. Embora por um lado ela quisesse se relacionar, por outro lado sentia um alívio quando acabava um namoro já que a tensão também acabava. Mas logo em seguida surgia o sentimento de frustração por não conseguir se relacionar.
                Durante anos fez terapia, acredito que no estilo tradicional da psicologia, e sabia descrever exatamente como se sentia e se comportava. Entretanto esse saber não provocava mudança de comportamento. Desejava mudar mas, quando uma nova situação ocorria, o comportamento se repetia da mesma forma.
                Ela dizia que na hora em que acontecia algum evento, a emoção da raiva vinha com toda força e elas simplesmente não conseguia agir de outra forma. Depois de passado o "ataque" da raiva, ela conseguia enxergar o que havia feito, mas já era tarde demais. E depois em outra ocasião, ou em outro relacionamento, a mesma história se repetia. Era como se "algo" a tivesse tomado por completo. E esse "algo" era simplesmente uma forte carga emocional de medo disfarçada de raiva.
                As emoções negativas que guardamos tem o poder de nos deixar inconscientes. Ficar inconsciente significa se deixar absorver pela energia da emoção e permitir que ela toma conta dos nosso pensamentos e ações. Nesse momento não somos mais nós mesmos, somos a emoção que se apoderou da nossa mente. Perdemos a lucidez temporariamente. O grau da perda da lucidez varia de pessoa pra pessoa e varia também conforme a força da emoção que vem a tona.
                Todos nós, em maior ou menor grau, permitimos que isso ocorra. Em casos mais graves a pessoa pode se tornar violenta e cometer um crime. Mas nem sempre agimos de uma forma assim tão visível. A perda de lucidez que a emoção provoca pode nos levar a fazer comentários desagradáveis, piadas maldosas, fofocas. Em outros casos não tomamos  nenhuma ação mas pensamentos desagradáveis ficam rodando na nossa cabeça gerando mais sentimentos negativos. É preciso ficar muito atento para observar essa perda da lucidez, seja qual for o grau em que ela se apresente. No momento que conseguimos enxergar essa perda, já estaremos mais lúcidos. Um louco que consegue ver a sua loucura está menos louco do que o outro que acredita piamente nas suas fantasias e não consegue observá-las. Essa tomada de consciência, por menor que seja, é o ponto de saída que pode nos levar a uma lucidez mais profunda e a libertação do padrão emocional.
                Além ter essa reação emocional intensa durante situaçoes corriqueiras e conversas, ela também ficava tendo pensamentos negativos imaginando o namorado indo para uma balada sozinho. E quando ela começava a imaginar esse tipo de situação, a raiva vinha também com bastante força. Durante o atendimento que fiz com ela pedi que visualizasse a situação para deixar vir a emoção a tona. A carga emocional veio de forma intensa pelo simples fato de ficar fantasiando uma situação. Aplicamos bastante EFT até dissolver os sentimentos.
                Durante as rodadas, foram também surgindo desconfianças que ela tinha do pai e depois também com mãe. Ela sentia raiva e tristeza ao pensar que eles já poderiam ter traído um ao outro. Aplicamos bastante EFT para dissolver todos esses sentimentos. O trabalho todo deve ter durado mais ou menos um hora.
                Ao término da sessão, ela já conseguia pensar e falar em traição sem chorar e observou que o tema a incomodava de uma maneira muito menos intensa. Foi para casa e no dia seguinte nos relatou que seu primo, que estava namorando, havia contado pra ela de suas aventuras sozinho na balada. E a reação dela foi surpreendentemente tranquila, chegou até a rir do que o primo falava. Antes a reação dela seria de raiva, chegando a xingar o primo.
                A partir do momento em que os sentimentos são dissolvidos a nossa reação muda completamente. Sem mais aquela carga acumulada de medo e raiva ela pode ficar em paz diante daquilo que o primo contava. Não havia mais o exagero, a projeção, o despertar de sua própria negatividade, pois esta havia sido dissolvida em grande parte. Os próximos relacionamento certamente serão mais fáceis. E se ainda surgir algum resquício do velho padrão, é só aplicar mais EFT com paciência e persistência. A mudança de comportamento só ocorre quando há uma mudança da emoção que está por trás do comportamento nocivo. Com a EFT essa mudança costuma ocorrer de uma forma rápida.
                Em qualquer situação difícil, a melhor forma de lidar com o problema é primeiro dissolver os nossos sentimentos negativos em torno da situação: nossos medos, mágoas, raiva e quaisquer outras emoções. Ao fazer isso limpamos a negatividade que turva e influencia nossos pensamentos e ações. Um sentimento de paz se estabelece e é partir desse estado que brota a nossa sabedoria. Nossos pensamentos se tornam mais claros e nossas ações mais eficazes.
                É difícil chegar nesse estado de paz sozinho. Mas com o auxilio de uma técnica como a EFT conseguimos curar essas emoções e em muitos casos rapidamente sentimos o alívio. Com o alívio brotam os insights e clareza do que deve ser feito.

Abraços,
Andre Lima - www.eftbr.com.br

terça-feira, 27 de março de 2012

Somatização


Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós.
Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.
Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana Louise L. Hay.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.

Reflita, vale a pena tentar evitá-las:
DOENÇAS / CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria. 
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
 DIARRÉIA: Medo, rejeição fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorizaçã o.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças. 
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida. 
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não? Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos. .. principalmente daqueles que escondemos de nós.
Lembre-se: Praticar o bem faz bem!!!
Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma’.
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade’.
Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 21 de março de 2012

A Lua de Morrighan



A Lua de Morrighan, ideal para a renovação dos caminhos.

Os melhores dias para se tomar decisões e programar novos projetos são imediatamente após a Lua Nova, já que a claridade mais intensa surge após a fase reflexiva da Lua Minguante. Mas não é recomendado o próprio dia da Lua Nova, portanto, espere pelo menos 24 horas para iniciar uma atividade.

Na Irlanda, durante a Lua Nova, os antigos celtas curvavam-se ou descobriam a cabeça, dirigindo-lhe palavras de adoração e súplica.

As lendas sobre Morrighan e CuChulainn, o herói que despreza o amor da Deusa atraindo sua ira até o final da sua jornada, revela-nos que as grandes batalhas, tanto interiores como exteriores, residem no poder da escolha, levando-nos sempre aos caminhos da renovação e da sabedoria.



Rowena Arnehoy Seneween ®

segunda-feira, 19 de março de 2012

Equinócio do Outono




Primeiro dia do outono (Equinócio do Outono).

Em 2012, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 20/Mar às 02:14 (Horário de Brasília).


O Sabbat do Equinócio do Outono (também conhecido como Sabbat de Outono, Mabon e Alban Elfed), é o Segundo Festival da Colheita e a época de celebrar o término da colheita dos grãos que começou em Lammas. Também é a época de agradecer, meditar e fazer uma introspecção.

Nesse dia sagrado, os Bruxos dedicam-se novamente à Arte, sendo realizadas cerimônias de iniciação pela Alta Sacerdotisa e pelos Sacerdotes dos Covens. Muitas tradições wiccanas realizam um rito especial para a descida da deusa Perséfone ao Submundo, como parte da celebração do Equinócio do Outono. De acordo com o mito antigo, no dia do Equinócio de Outono, Hades (o deus grego do Submundo) encontrou-se com Perséfone, que colhia flores. Ficou tão encantado com sua beleza jovem que, instantaneamente, se apaixonou por ela, Agarrou-a, raptou-a e levou-a em sua carruagem para a escuridão do seu reino a fim de governar eternamente ao seu lado como sua imortal Rainha do Submundo. A deusa Deméter procurou, por todos os lugares, sua filha levada à força, e, não a encontrando, seu sofrimento foi tão intenso que as flores e as árvores murcharam e morreram. Os grandes deuses do Olimpo negociaram o retorno de Perséfone; porém, enquanto ela estava com Hades, foi enganada e comeu uma pequena semente de romã, tendo, então, que passar metade de cada ano com Hades no Submundo, por toda a eternidade.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio do Outono são os produtos do milho e do trigo, pães, nozes, vegetais, maçãs, raízes (cenouras, cebolas, batatas, etc.), cidra e romãs (para abençoar a jornada de Perséfone ao tenebroso reino do Submundo).

Incensos: benjoim, mirra, sálvia, flor do maracujá e papoulas vermelhas.
Cores das velas: marrom, verde, laranja, amarela.
Pedras preciosas sagradas: cornalina, lapis-lazuli, safira, ágata amarela.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, áster, benjoim, fetos, madressilva, malmequer, plantas de sumo leitoso, mirra, folhas do carvalho, flor do maracujá, pinho, rosas, salva, selo-de-salomão e cardo.


domingo, 18 de março de 2012

Carência leva a escolhas erradas


Aquele olhar dele hoje cedo estava diferente do normal... Semana passada falou comigo sem olhar nos meus olhos... Faz alguns dias que não escuto um elogio... Ele não fala nada que me inclua em seu futuro... Estes são sinais claros que você está sofrendo de carência afetiva.

A carência é um mal que atinge grande parte da população, para não nos sentirmos sós nos juntamos a pessoas e situações que não nos preenchem e não nos satisfazem, buscamos no outro o que não encontramos em nós.
O outro acaba se cansando, perdendo o interesse e lhe desqualificando.

A carência afetiva é um estágio posterior à falta de equilíbrio pessoal; quando estamos fora de nosso equilíbrio emocional, fazemos escolhas erradas e estas nos levam à carência afetiva.

Estar com alguém plenamente é um caminho de crescimento, um aprendizado contínuo, onde abrir mão muitas vezes é importante e se impor também; é ainda a possibilidade de vencer o medo da entrega e não precisar de aprovação porque você está segura de seu valor pessoal.

Conviver com quem se ama não é só uma oportunidade de conhecer o outro, mas também uma enorme chance de entrar em contato consigo mesmo. Se neste momento, você se sente só e não correspondida em seu relacionamento, pode ser a ocasião ideal para avaliar o que há de errado com você. Não espere nada de ninguém, busque a imensa fonte que há dentro de você.

A receita de uma decepção é acreditar 100% em alguém ou em você mesmo. Se depositar todas as suas expectativas em outra pessoa, você estará fadada a se decepcionar e viver infeliz para sempre.

A outra pessoa é do jeito que é pelo seu histórico anterior e não porque está com você. A bagagem que carregamos é fruto de nossas experiências sejam elas positivas ou negativas.

Os pais amam seus filhos de maneira incondicional, fazem tudo pelos filhos e nada recebem em troca. Na grande maioria dos casos, este foi o ensinamento que nos foi passado. Pelo aprendizado desta ótica errada, acreditamos que vamos encontrar no nosso parceiro a pessoa que nos ame, que seja um apoio ideal, alguém que esteja sempre pronto a nos trazer somente alegrias, alguém que resolva todos os nossos problemas, que nos dê atenção em primeiro lugar e que nos ame acima de qualquer coisa. Quando isso não acontece, o mundo cai, começamos a tentar entender o que estamos fazendo de errado na relação e, nesse momento, a carência afetiva toma conta de nossas vidas. A pessoa que está ao nosso lado não é responsável pela nossa felicidade, nem pela nossa vida, ela é, sim, um parceiro de caminhada que ficará ao seu lado enquanto houver admiração. Como admirar alguém carente e que não se valoriza?

O equilíbrio pessoal pode ser feito pela Mesa Radiônica, eliminando seus bloqueios e traumas anteriores fazendo com que você descubra seu poder pessoal, seu brilho e seus objetivos de vida.

Quando estamos em pleno equilíbrio e amamos uma pessoa, queremos que ela seja livre. Essa liberdade do outro nos dá segurança. Ela é livre e está comigo porque quer!
Um dia perdi uma grande amiga e depois de alguns anos a resgatei. Enorme era a vontade dela de se casar e ter filhos, o tempo passava e isso não acontecia; o relógio biológico não parava, a idade avançava e a vontade se ser mãe aumentava, o medo da solidão era enorme. Demonstrava isso de maneira intensa até mesmo com os amigos, fazia de tudo para ter a amizade de alguém, chegava até mesmo a sacrificar-se por conta da vontade de uma amiga. Sempre foi uma pessoa incrível daquelas de podermos contar a cada momento.

Certa vez conheceu uma pessoa e ficou apaixonada em pouco tempo. O moço era de difícil convívio, um gênio complicado e gostava de se isolar. Por enorme carência afetiva e medo de perdê-lo, ela renegou a todos os seus amigos e passou a conviver somente com ele. Acabou se casando e abriu mão de todos os seus sonhos, fazendo prevalecer os dele. Largou a profissão, os amigos e passou a viver em uma cidade do interior criando cachorros, que era o que ele gostava.
Nossa amizade se desfez neste tempo, porque ela se afastou e até chegou a me tratar de maneira distanciada porque o marido não gostava que ela tivesse amigos.

Passados alguns anos, ela me procurou dizendo estar separada, não havia conseguido ter filhos e estava infeliz. Iniciamos, então, o tratamento com a Mesa Radiônica trazendo-a ao equilíbrio, eliminando seus bloqueios e dando ênfase total à cura de sua carência afetiva que a fez escolher pelo caminho da infelicidade.

Hoje curada ela já se casou novamente, adotou duas crianças que até se parecem com ela fisicamente, uma coisa de destino mesmo e voltou a ser minha amiga, aquela amiga que um dia saiu do meu coração porque quis... e voltou!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mediunidade e Loucura



:: Osvaldo Shimoda :: 

Como distinguir um transe mediúnico de um transtorno psiquiátrico? 

Existem coisas na vida que são difíceis de distinguir, divisar claramente. Por exemplo: Como distinguir o real do imaginário?
A persistência da teimosia?
A potência da onipotência?
A passividade da resignação? (o que podemos e não podemos mudar em nossas vidas).

A linha é realmente bastante tênue, pois há uma sutil fronteira que nos dificulta responder com clareza a essas perguntas. O mesmo ocorre entre loucura e sanidade. A grande maioria dos psiquiatras e psicólogos não toma o devido cuidado de fazer um diagnóstico diferencial entre um transe mediúnico de incorporação que é normal, de um distúrbio psiquiátrico propriamente dito.
Mas por quê?

Porque o paradigma médico e psicológico vigente -ainda hoje ensinado nas universidades- equivocadamente não vê o ser humano em sua totalidade (mente, corpo e espírito), adotando, portanto, um critério científico puramente organicista, não levando em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, a comunidade científica médica norte-americana já reconhece o aspecto espiritual do ser humano.

O DSM-IV (Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria) - referência internacional, onde os profissionais da área de saúde mental consultam esse manual que lista diferentes categorias de transtornos mentais e critérios para diagnosticá-los -, atualmente está em sua 5ª revisão e a sua versão final deverá estar pronta em maio do próximo ano, em 2013.

Sendo assim, o DSM-V deve vir revisado com uma alteração muito importante: deixa de incluir casos de transe religioso (cultos evangélicos, espíritas, umbandistas, de candomblé, etc.) como um distúrbio de personalidade, ou seja, uma personalidade múltipla (transtorno dissociativo de identidade, originalmente denominado transtorno de múltiplas personalidades).

Sem dúvida alguma, essa alteração será um grande avanço para que o profissional da área de saúde mental não faça um diagnóstico equivocado de um transe mediúnico, que é uma manifestação normal, espiritual, de um distúrbio psiquiátrico, aí sim, patológico, doentio.
Desta forma, nos cultos religiosos quando o médium de psicofonia em transe incorpora diferentes seres espirituais, seja da luz ou das trevas, não é visto mais pela Associação Americana de Psiquiatria como um caso psiquiátrico, um distúrbio de personalidade, de identidade.

Mas quero ressaltar nesse artigo, que o leitor atente para o velho jargão médico Cada caso é um caso, pois é importante realizar uma análise mais detalhada e cuidadosa de cada caso porque existe uma sutil fronteira entre a sanidade e a loucura -conforme mencionei no início desse artigo- onde mesmo um terapeuta mais experiente tem dificuldade de diagnosticar com precisão.
Veja, como exemplo, um paciente que veio ao meu consultório com um problema psiquiátrico de personalidade múltipla, agravado pela presença de seu obsessor espiritual.

Caso Clínico:
Personalidade Múltipla (Transtorno Dissociativo de Identidade)
Homem de 42 anos, solteiro.


Paciente veio ao meu consultório querendo entender por que sua vida financeira estava travada, ou seja, quando conseguia juntar dinheiro, algo sempre o obrigava a gastar o que havia economizado.
Desta forma, queria saber por que acontecia isso, pois não conseguia prosperar.
Não conseguia também resolver sua vida afetiva - brigava muito com sua namorada que havia se separado do marido recentemente e, com isso, o relacionamento não atava e nem desatava, isto é, o casal não conseguia ficar junto por conta das brigas constantes, mas também não conseguia se separar. Por último, queria saber por que era tão vingativo, tratava as pessoas na mesma moeda, ou até pior.

Após passar pela 1ª sessão de regressão, tive uma forte impressão que o paciente apresentava um desequilíbrio psiquiátrico, um transtorno dissociativo de identidade, ou seja, múltiplas personalidades, embora não tivesse certeza; por isso, resolvi continuar com as sessões de regressão.
Na 2ª sessão de regressão, ele assim me relatou: Alguém está me dizendo: - Você está f... Mané! É um ser espiritual... Eu não o vejo, mas sei que é ele que está falando. (pausa).
Agora tem um outro ser que me fala: vem para esse lado, seu trouxa! (pausa).
Ouço uma outra pessoa... é uma voz feminina. Ela diz que é a minha mentora espiritual. Fala que é para confiar nela, que vamos enfrentar tudo juntos.
Fala que esses seres das trevas são zombeteiros, só estão aqui para me encher. Ai... tomei um tapa na cara de um deles! (paciente fala gritando).
A minha mentora espiritual fala para não entrar na sintonia deles. (pausa). Tomei outro agora! (paciente diz colocando a mão no rosto).
Ela diz que o Anderson Silva (lutador brasileiro, campeão do UFC e o maior lutador de MMA da atualidade) vai estar aqui para me proteger.
Agora tomei um soco na barriga, mas não senti dor, só o impacto da porrada! A minha mentora espiritual fala que estou sentindo tudo isso por causa de minha mediunidade. O espírito zombeteiro está me dizendo: - Mediunidade o c..., seu f.d.p.!

A minha mentora espiritual fala que está me preparando para uma luta mortal que ocorreu há muito tempo, na época do Rei Arthur. Diz que é um embate entre as trevas e a luz. Diz ainda que sou um grande soldado, fiel, que não aceito traição, que vou matar um traidor, um Judas por dia.
Sinto-me agora manuseando uma espada com a mão direita. Vejo-me com uma armadura, coordenando um ataque.

- Contra quem? - Pergunto ao paciente.
Deus Zebu (Diabo). Estou organizando um ataque, conversando com os meus arqueiros. Eu digo: hoje é o dia do acerto final, é para a gente por um ponto final, acabar com as trevas e começar um novo dia, mesmo que precise morrer para que isso aconteça(subitamente, o corpo do paciente se mexe bruscamente no divã como se tivesse levado um susto).
Alguém me deu um soco novamente em minha barriga! (pausa).
Vejo agora sentado no sofá daqui do consultório um ser espiritual das trevas que me diz:
- Você está f..., até mais Mané! Te vejo no campo de batalha... Era um homem, não o vi direito, mas sei que era um homem pelo corte de seu cabelo. (pausa).
Vejo agora um homem sendo crucificado, com um coroa de espinhos na cabeça. Acho que é Jesus Cristo. Há muita gente comemorando sua crucificação, é muito triste ver tudo isso (paciente chora). Ai... atiraram as lanças em minha barriga (paciente grita, gemendo e se contorcendo).
Acho que é aquele ser espiritual que estava sentado no sofá do consultório... É ele mesmo, está me falando que vou sofrer muito ainda. Tento convencê-lo para ter piedade, mas ele corta o meu braço com sua espada, e deu um chute na minha cara. Manda falar para o senhor que ele está pisando a minha cabeça.

- Pergunte por que ele está fazendo isso com você? - Peço ao paciente.
“Porque estou contra ele, que ele representa o diabo(paciente fica como se tivesse desacordado, inconsciente). Não consigo falar, estou morto. Ele fala que já fui um deles, mas que depois fui para o outro lado procurar a luz e acabei daquele jeito, morto.
A minha mentora espiritual me fala que confia em mim, que tem certeza que não vou mudar de lado, ou seja, voltar novamente às trevas, e que quando estava do outro lado, nas trevas, era muito eficiente. (pausa).

Alguém pegou a minha mão e está apertando a minha garganta (paciente aperta a garganta com sua mão direita falando com dificuldade, sentindo-se sufocado).
Ela diz que preciso desenvolver a minha mediunidade porque é coisa de família, pois todos somos médiuns. Fala que no começo vai ser estranho, que vou passar mal, mas que vou acabar me acostumando. Fala ainda que vai me dar um consolo deixando eu fumar, mas pede para não beber e evitar comer comida gordurosa, senão vou enfartar. Afirma que está orgulhosa de mim por não ter cedido à pressão das trevas. Mas adverte que o assédio espiritual vai ser grande daqui para frente. Agora ela está indo embora”.

Após a 2ª sessão de regressão, o paciente ligou em meu consultório dizendo que havia intensificado o assédio espiritual, que novamente um ser das trevas lhe deu um soco, e que aquele ser espiritual que estava sentado no sofá do consultório lhe falou que não iria deixá-lo em paz. Por fim, sentia-se muito vulnerável aos ataques espirituais.

Depois dessa conversa, resolvi pedir orientação aos mentores espirituais da casa (clínica) sobre esse paciente para que eles me confirmassem se era ou não um caso psiquiátrico.
Assim, através de meu assistente que é um médium de canalização, conseguimos as informações necessárias.
Transcrevo na íntegra a canalização passada por um dos nossos mentores espirituais:
“O paciente tem apenas um obsessor espiritual que se chama José. Na vida anterior à atual, ele e o seu obsessor espiritual eram amigos e gostavam da mesma mulher. Ela escolheu José, casaram-se, e ela engravidou.
Jorge (nome do paciente nessa vida passada) inventou uma estória dizendo para o amigo José que seus pais estavam muito doentes (os pais de José viviam numa região mais distante).
Jorge aconselhou José que viajasse para ver seus pais, e que se despreocupasse, pois cuidaria de sua plantação e também de sua casa. O amigo foi viajar, mas caiu em uma emboscada onde o próprio Jorge (paciente) o matou e sumiu com o seu corpo.
Jorge disse para a esposa do amigo que seu marido tinha reencontrado uma antiga namorada, e que resolveu ficar com ela. A esposa ficou desesperada porque estava grávida e sozinha e, com isso, Jorge prontamente se ofereceu para cuidar dela. Ele era manipulador (e continua sendo na vida atual), criou muitas estórias para a esposa do amigo dizendo que tinha notícias dele, que estava bem, e que já era pai de outros filhos.
O filho da esposa do amigo nasceu e era muito parecido com o pai e, por isso, Jorge o odiava e maltratava muito a criança. Mas, no fundo, a esposa do amigo não acreditou em Jorge, pois sabia que havia amor entre ela e o marido, porém, ela tinha receio de Jorge, pois ele era violento e sempre lhe dizia que tinha sido ele que fez o favor de cuidar dela e da “maldita” criança.
A esposa do amigo e o filho o perdoaram, porém, José (obsessor espiritual), não. Disse que não ia embora e que seu objetivo está sendo alcançado, que é deixar Jorge (paciente) louco.

O paciente tem vontade de conhecer mulheres comprometidas na vida atual, e que isso ele ainda traz dessa vida passada. Sua alma quer fazer de novo o que fez com o amigo, ou seja, ainda não aprendeu a lição de não se envolver com mulheres casadas. É por isso que José não quer ir embora, deixá-lo.

O mentor espiritual da casa (clínica) obteve todas essas informações conversando com o mentor espiritual do próprio paciente (embora o paciente tenha relatado em sua 2ª sessão de regressão que tinha uma mentora espiritual, o certo é que ele tem um mentor e não uma mentora espiritual).

O mentor espiritual do paciente disse que quando ele reencarnou na vida atual trouxe muitas coisas - traços e inclinações negativas daquela existência passada - e mistura seus desejos com o de seu obsessor espiritual.
Na verdade, há uma ligação muito forte entre os dois, pois ambos estão unidos pelo ódio e inveja (é importante esclarecer que não é só o amor que une as pessoas, mas o ódio também).
Ele esclarece, portanto, que o paciente está passando por um resgate cármico e pede para que ele não repita os mesmo erros de outrora, que é enganar as pessoas. Seu mentor espiritual afirma que é o obsessor espiritual do paciente que está causando seu problema psiquiátrico, e que é importante ele passar por um psiquiatra e ser medicado, pois a interferência de seu obsessor espiritual está lhe causando um quadro alucinatório, ou seja, acontecimentos que não são verdadeiros. Não há ninguém o espancando, isso é criação de sua mente perturbada, e que seu obsessor espiritual se aproveita disso para levá-lo à loucura.
Ele pede também para o paciente orar (e muito), isto é, fazer a oração do perdão de coração para José, seu obsessor espiritual, e não dar importância ao que ele mesmo cria”.

Após receber a canalização, liguei para o paciente e pedi que ele viesse em sua 3ª sessão acompanhado de sua mãe e irmã, pois na ocasião ele morava com elas e, após ler a canalização para os três, orientei-o a buscar auxílio de um psiquiatra, bem como fazer a oração do perdão para seu obsessor espiritual.




Como nossas emoções filtram e distorcem a realidade


               A nossa forma de ver e interpretar os fatos é influenciada pelas emoções negativas que guardamos. Elas agem como um filtro que distorce a realidade e nos leva a agir de uma forma que gera mais sofrimento para nós mesmo e para outras pessoas.
                É muito fácil observar isso quando estamos com muita raiva de alguém. Nossos pensamentos e ações são dominadas pela emoção e o nosso diálogo mental se torna intenso e agressivo. Essa negatividade poderá se manifestar em forma de ações ou agressões verbais, mesmo quando sabemos que essas não são as melhores formas de lidar com a situação. Mas a força da emoção toma conta dos nossos pensamentos e em muitos casos simplesmente nos deixamos levar por esse impulso. É como se fosse uma entidade que toma conta de nós temporariamente.
                Algumas pessoas que são mais conscientes desse processo preferem não dizer nada no momento da raiva pois sabem que suas palavras e ações serão desproporcionais, inconsequentes, e irão causar mais problemas. Sendo assim, elas preferem esperar e deixar que a emoção diminua de intensidade para só depois tomar alguma providência prática. De alguma forma elas sabem que uma ação contaminada pela raiva irá trazer ainda mais sofrimento e conseguem ficar conscientes disso mesmo durante o "ataque" da emoção.
                Tem gente que prefere pedir conselho a alguém que está de fora da situação para saber como agir. O amigo que está de fora do problema tem normalmente uma visão muito melhor da real situação pois ele não está contaminado pelas emoções que você está. Ele está na posição neutra do observador. Assim ele consegue enxergar uma solução melhor, consegue apontar também seus erros e como você contribuiu para aquele problema. Isso, logicamente, quando é um amigo tem um nível mais alto de consciência. Se for uma pessoa cheia de negatividade, assim que você contar sua situação para ele, emoções e sentimentos negativos tomarão conta do seu amigo e ele vai acabar dando conselhos que vão piorar a situação. Se porventura viermos a nos aconselhar com alguém, que seja apenas com pessoas sábias e sensatas.
              A energia da emoção negativa, seja ela qual for, age como um ser que deseja se alimentar e fortalecer e nos usa para essa finalidade. Por isso, no momento em que essa negatividade se manifesta em nós ela rapidamente toma conta dos nossos pensamentos gerando argumentos e diálogos bastante convincentes que servem apenas para alimentar aquele estado emocional e gerar mais sofrimento. Não é mais você que está pensando e sim, a raiva ou mágoa, tristeza, medo ou qualquer outro sentimento (ou combinação de sentimentos) que está pensando por você.  
                Perdemos parte da lucidez e nos deixamos levar. Em alguns casos, a perda da lucidez é tão grande que as pessoas chegam a cometer crimes. Algumas pessoas recobram o estado normal após o domínio da negatividade e reconhecem os erros que cometeram. Já outros continuam sob o efeito da emoção e justificam suas ações. Para a maioria das pessoas ocorre um mistura entre uma parte dentro dela que está lúcida e tem consciência do que fez e outra parte que ainda está dominada pela emoção e que argumenta e justifica seus atos.
                Quando esse processo ocorre é que como se estivéssemos em um estado de transe. Estamos hipnotizados pelos pensamentos que surgem, acreditamos e damos razão pra eles e assim alimentamos a negatividade que está dentro de nós.
                Todo essa negatividade é composta apenas por pensamentos e sentimentos, é só uma energia. É como se fosse um pesadelo que temos enquanto estamos acordados. Um pesadelo nada mais é do que um monte de pensamentos carregados com emoções negativas que são produzidos pela nossa mente enquanto estamos dormindo. Durante o sono, tudo aquilo parece muito real, não temos consciência da nossa verdadeira realidade. Ao acordarmos, sentimos alívio e nos damos conta que foi apenas um sonho ruim.
                Quando estamos tomados pela negatividade durante o dia, é como se um pesadelo tivesse se instalado na nossa mente, em pleno estado de vigília. É preciso então acordar, ou seja, enxergar que aquilo tudo é monte de energia mental e emocional que deseja crescer.
                É importante tomar conhecimento desses mecanismos que o ego utiliza para se fortalecer e perpetuar a negatividade que existe dentro nós. Assim podemos observar e não cair na armadilha, ou pelo menos vamos diminuir a chance que isso ocorra. É preciso que estejamos lúcidos, nem que seja apenas uma parte dentro de nós, para não embarcarmos cem por cento nos pensamentos e sentimentos que estão sendo gerados naquele momento. A parte lúcida estará presente observando toda a turbulência que ocorre. Ela será nossa âncora para não perdermos a sanidade.
                Contaminados pelos sentimentos negativos e sem nos darmos conta disso, reagimos de uma forma desproporcional ao fato, tomamos atitudes que causam mais problemas, não enxergamos a nossa responsabilidade em termos contribuido para aquela situação, distorcemos os fatos, exageramos... Criamos um mundo de sofrimento. Isso ocorre por que a emoção está turvando a nossa percepção e agindo em nosso lugar.
                As pessoas que atendo no trabalho profissional que faço com a EFT, chegam contaminadas pela negatividade que carregam e sendo assim não conseguem enxergar a melhor forma de agir e sentir diante dos seus problemas. O meu papel como terapeuta é trazer a tona as emoções negativas daquela pessoa e de forma paciente e persistente dissolver tudo utilizando a EFT. Assim a pessoa vai recobrando a lucidez. Ela passa a enxergar a situação de uma forma mais sensata e objeta. Os exageros e distorções desaparecem. Seus pensamentos não estão mais sob a influência das emoções negativas, e assim o cliente consegue se sentir em paz, mesmo diante de uma situação difícil. Surge naturalmente a melhor forma de agir para aquela situação. As ações que brotam do estado de lucidez não alimentam mais a negatividade.
                Ao dissolvermos as emoções negativas passamos a enxergar  a situação de fora, do ponto de vista do observador. É como se você começasse a ver a situação da mesma forma que uma pessoa sábia que está de fora dela sem qualquer contaminação de negatividade. Frequentemente as pessoas relatam que ao passar pelo processo da EFT os problemas vão ficando mais distantes. Aqueles pensamentos que eram tão intensos e pareciam tão vivos vão ficando mais longínquos.  Uma sensação de paz e lucidez e a confiança de saber como lidar com a situação vem a tona.

quinta-feira, 15 de março de 2012

O nu

Por que o corpo nu causa tanta polémica ou espanto?
Nascemos nus e nos vestimos para proteção.
Nos banhamos nus para remoção das impurezas.
O corpo nu é o natural dos seres;
É o puro.
Nossa essência humana é nua.
Quanto mais valorizamos o nu,
Inversamente é a distância da evolução intelectual.
Quanto menor a assimilação da civilidade,
maior a necessidade da fluência da libido.
Quando o homem domina seus instintos,
deixando o intelectual aflorar,
notória será a evolução intelectual da sociedade.
As Artes já se utilizavam do nu como expressão da beleza.
Mas não encontraremos no berço da cultura artística o apelativo.
Se prevalecer da expressão nua do corpo para denominar arte,
ao meu ver é simplesmente nivelar por baixo quem aprecia uma boa arte.
Existe uma diferença entre o nu como expressão e o erotismo.
Fazer do nu expressão erótica crua e chama-lo de arte
é aproveitar somente a parte instintiva dos que infelizmente estão em maioria.
Qual é a verdadeira necessidade dos seres humanos explicitarem suas preferências sexuais?
E por que tantos aplaudem essa exposição, sabendo que seus desejos são voláteis?
A medida que um artista se expõem maior será sua distância dos que a ele aprecia.
Os que mais usam e abusam da libido, são os que maior número de seguranças vão possuir.
Desejar uma pessoa por ser instigante é um preço muito alto;
quem o faz cria um envolvimento psicológico deletério, sofre, chora e ainda diz ser amor.
Será que realmente existe espaço para o amor, onde só se deseja momentos?
O nu hoje é sinonimo de sexo, libido, desejo, erotismo e satisfação do momento.
É o retorno ao instintivo, ao primitivo é aculturar.
Mas como ser diferente quando a intelectualidade é só para os privilegiados?
Enquanto o apelativo se vende e se compra muito,
sustentamos a desigualdade intelectual e social cronica de um país.

(MartaVaz)  

terça-feira, 13 de março de 2012

12/03 - Marduk's Day.


Os semitas (babilônios e assírios) incorporam os deuses sumérios, trocam seus nomes e alteram sua hierarquia. Anou, Enki e Enlil (chamado de Bel) permanecem como deuses principais até o reinado de Hamurabi. Eles veneram Sin, o deus-lua, e Ishtar ou Astarté, deusa do dia e da noite, do amor e da guerra. No reinado de Hamurabi, o deus supremo passa a ser Marduk, o mesmo Enlil dos sumérios e Bel dos primeiros babilônios, porém mais poderoso. Chamado de pai dos deuses ou criador, Marduk sobrevive com o nome de Assur, deus supremo da Assíria, quando esse povo domina a Mesopotâmia.








domingo, 11 de março de 2012

Bons pensamentos geram boas energias!


por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br


A existência da aura ou do campo energético que envolve o nosso corpo físico, é uma confirmação científica realizada através da bioeletrografia que ajuda a detectar o surgimento de enfermidades no organismo humano.

Há muitos anos, religiões e filosofias orientais, associadas ao surgimento do espiritismo no ocidente, orientam a prática da meditação e do pensamento elevado como forma de higienizar a mente e depurar o espírito.

Quando temos uma aura saudável, temos uma proteção natural que atrai energias afins com o nosso estado de ser diante do universo. Mas quando este campo energético sofre uma interferência desarmonizadora, que pode ser de origem emocional, psíquica ou espiritual, a aura fica exposta à ação de energias deletérias.

Por isso, somos o resultado daquilo que sintonizamos. E os nossos pensamentos e atos no cotidiano da vida são responsáveis por esta sintonia que pode ser de alta ou de baixa frequência vibratória.

Quando direcionamos o foco da vida para o bem, aos poucos, internalizamos um modelo comportamental fundamentado na prática do amor. O exercício sistemático e desinteressado desta filosofia de vida, depura a nossa aura e elimina energias negativas que trazemos do passado.

O campo áurico é a nossa verdadeira identidade universal. É a forma como os desencarnados e alguns encarnados portadores de percepção suprasensorial nos vêem, sem os disfarces que encobrem a verdade de cada um.

Uma mente contaminada por pensamentos e atos negativos cometidos contra o outrem, reflete um psiquismo enfermo e uma aura desarmonizada pela relação com energias afins. É do pacificador Mahatma Gandhi a célere mensagem:
"Comece por você mesmo a transformação que deseja ao mundo". Ou a frase do escritor Aldous Huxley ao registrar a importância do amor nas relações interpessoais: "Convenientemente aplicado a qualquer situação, o amor vence sempre. É um fato que se verifica empíricamente. O amor é a melhor política. A melhor não só para os que são amados, mas também para quem ama, pois o amor é um potencial de energia". Mensagens e gestos que parecem isolados e irracionais, mas quando associados a milhares de mensagens do gênero espahadas pelo planeta, ganham força à medida que o homem se conscientiza com as mudanças previstas para o terceiro milênio, a Era da Sensibilidade.

A fórmula para a mudança interior refletida na aura, é simples, objetiva e natural: "bons pensamentos geram boas energias..." E o instrumento de uso desta reforma é o livre-arbítrio, condição inerente aos seres dotados de inteligência e capacidade de discernimento.

O egocentrismo, o pessimismo e a agressividade, são polos geradores de energias negativas que interferem no campo áurico do indivíduo adulto. Desprotegida, a aura fica suscetível à invasão de energias deletérias que representam a origem de muitas doenças nas esferas psíquica e física do ser humano.

Neste sentido, a Psicoterapia Interdimensional tem atendido muitos casos em que a energia do passado continua atuando no presente, envolvendo o indivíduo em verdadeiras "síndromes" de culpa ou de vitimização, dissimuladas em crises depressivas, fóbicas ou de pânico.

O despreendimento de energias negativas do pretérito, ocorre quando o indivíduo, a partir da clareza de suas origens, processa, conscientemente, a mudança comportamental em relação ao seus efeitos, traduzidos como dor ou sofrimento psíquico.

Embora, processados ou emitidos num nivel inconsciente ou semi-consciente, os pensamentos negativos variam de intensidade ou intencionalidade. Porém, são todos de característica autodestrutiva, ou seja, prejudicam somente o agente emissor da energia. Nesta direção, a malediscência, observada em suas diversas formas e praticada sistemáticamente, reflete um vício comportamental -e de caráter-, que compromete a saúde do indivíduo no seu sentido mais amplo: o da transcendência do espírito.

Contudo, independentemente do grau de intensidade ou intencionalidade, a energia negativa pode ser substituída por energias restauradoras da saúde humana. Se você tiver dúvidas sobre esta afirmação, faça um teste de autocontrole que consiste em praticar durante sete dias seguidos, pensamentos elevados no bem e direcionados a si próprio, ao outrem e ao planeta Terra. Finalizado o teste, faça uma avaliação e verifique o saldo da experiência em si mesmo.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Psicossomática: O trabalho como fonte de doenças

:: Rosemeire Zago :: 

Tenho enfatizado que a tensão psicológica acumulada e, principalmente, a maneira como reagimos em determinadas situações podem gerar doenças psicossomáticas. Uma fonte constante de tensões para a maioria das pessoas é o trabalho, pois é através dele que colocamos à prova nossa capacidade profissional, e muitas vezes, pessoal. Quando não conseguimos obter reconhecimento profissional duvidamos de nossa própria capacidade como pessoa.

Independente do cargo, executivos, autônomos, consultores, comerciantes, colaboradores, funcionários públicos, professores, profissionais liberais, músicos, atores, operários, entre outros; cada um com suas peculiaridades e diferenças, dependendo da maneira de lidar com as dificuldades apresentadas, pode resultar em danos para a saúde. A tensão pode ser resultado de algumas situações específicas quando a pessoa:
- é encarregada de tarefas muito além de sua capacidade profissional;
- é cobrada excessivamente por resultados ou ela mesma se cobra;
- executa um trabalho muito abaixo de sua capacidade;
- não gosta do que faz.

Não podemos negar que todos esses fatores provocam tensão. Todos sabemos que há os agentes estressores externos, como a política, as exigências e cobranças sociais, a competição; porém, a mais importante fonte de tensão é nossa condição interior, que dá origem a outro aspecto do estresse: a insatisfação profissional, originada principalmente quando não se gosta do que faz e quando não se tem recompensa e reconhecimento por aquilo que se julga merecedor, seja em termos financeiros, seja em prestígio e poder, ou os três em conjunto. Lamentavelmente, a grande maioria das pessoas não gosta do que faz, sendo o trabalho uma tortura e as segundas-feiras um tormento que já começa no domingo à noite, muitas vezes, com fortes dores de cabeça ou algum outro desconforto físico. Isso ocorre geralmente quando a escolha da profissão foi feita muito mais para agradar aos outros do que a si mesmo, não se permitindo buscar aquilo que realmente gosta. Você já se perguntou se está feliz naquilo que faz? O que o levou a escolher sua atual profissão? Já pensou em fazer algo diferente? O quê? Já relacionou seus problemas de saúde com sua atividade profissional? Pense sobre isso.

Infelizmente, muitas pessoas não associam seus sintomas físicos aos problemas no trabalho, ainda que estejam constantemente percorrendo consultórios médicos. A insatisfação pode servir como um sinal de que algo não está indo bem, assim como sintomas constantes e recorrentes: dor de cabeça, dores musculares, dor de estômago, transtornos dermatológicos, que são os sinais mais comuns. São freqüentes também casos de alcoolismo e hipertensão em função do estresse no ambiente de trabalho.
Quando a responsabilidade está cima da capacitação profissional, é sua reputação que está em jogo. O medo de errar, a cobrança por prazos rígidos, trabalhar em algo muito abaixo da capacidade, podem ser fontes constantes de preocupação e tensão, assim como qualquer medo frente a uma situação em que não sentimos confiança. Com certeza, trabalhar com o que não gosta é a maior fonte de insatisfação, pois demonstra que a pessoa não acredita em sua capacidade. E que pode ser agravado quando a pessoa é insegura não só no campo profissional, mas muito mais em sua vida pessoal, refletindo em todas as outras áreas.

Trabalhar em turno como os enfermeiros, médicos, guardas, vigias, e outras tantas funções, visto que hoje cada vez mais existe o atendimento 24 horas, também pode agravar o estado de saúde. Geralmente, são vítimas de problemas decorrentes de funções orgânicas normalmente sujeitas a horários: sono, apetite, sendo também mais vulneráveis a resfriados, dores de cabeça, úlceras e artrites. Assim, as dificuldades emocionais se somam, pois raramente há tempo disponível para conversar, refletir, ficar com a família, pois sempre que há um tempo livre, preferem descansar.

Enquanto o emprego pode gerar tensões, a falta dele é capaz de fazê-lo ainda mais intimamente. Isso ocorre em situações de desemprego ou em função do tempo livre obtido com a aposentadoria. A insatisfação pode ocorrer pela necessidade que todo ser humano tem em se sentir útil e capaz de produzir algo e em obter reconhecimento pelo que faz.

Se você está enfrentando insatisfações no trabalho, indo trabalhar contrariado, repense sobre seus valores, os motivos que o fazem manter essa atividade, pense em outras alternativas, em algo que lhe dê prazer, ainda que seja um hobby. A insatisfação com o trabalho pode ter como causa uma pessoa insatisfeita consigo mesma, que não acredita em sua capacidade de mudar e fazer aquilo que gosta. Claro, há situações em que a pessoa não tem condições de buscar uma mudança no momento e fazer aquilo que gosta, mas deve estar atenta e fazer alguma coisa que lhe dê prazer para compensar sua insatisfação. O trabalho deve ser fonte de prazer e não de sofrimento, ainda que algumas pessoas percebam isso tarde demais, muitas vezes num leito de hospital.

Não gostar do que se faz pode ser a causa de muitas doenças; como trabalhar em excesso também, assunto da próxima semana.



quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher

Tirado do livro: O que toda mulher inteligente de Saber;
Amo esse livro.

Onze mandamentos para uma mulher inteligente”:

1- Manter todas as expectativas fundamentadas na realidade.
2- Nunca esquecer suas prioridades ou o seu eu.
3- Não se dedicar a um homem mais do que ele se dedica a você.
4- Não esperar por um homem mais tempo do que ele espera por você.
5- Não passar mais tempo analisando os problemas de um homem do que você passa tentando compreender os seus.
6- Não transformar um homem mortal no próprio Deus.
7- Não cobiçar a vida de sua vizinha.
8- Julgar todos os homens pela consistência de suas ações, e não por suas palavras.
9- Não tolerar nenhuma forma de abuso.
10- Desenvolver seus próprios talentos, seu próprio potencial e sua própria independência.
11- Ser justa com os homens de sua vida e esperar justiça em troca.

O que toda mulher inteligente deve saber:

-Como distinguir os homens certos dos errados;
- Quando acreditar no que ele diz e quando cair fora;
-Como identificar um homem potencialmente violento;
- Como lidar com uma separação.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Os quatro elementos e a psicologia do ser humano - Parte 1


Muitas culturas em todo o mundo incluem os quatro elementos nas suas tradições filosóficas, religiosas ou mitológicas. Em todas elas, as características essenciais desta energia têm sido idênticas, muito embora os nomes dados para a força primária e para o próprio elemento tenham variado.

Uma concepção semelhante dos elementos é encontrada nas escrituras sagradas da Índia e também na fase filosófica da medicina indiana ayurvédica. A filosofia chinesa e a acupuntura estão baseadas no conceito dos elementos. Os chineses falam de cinco elementos: madeira, fogo, terra, metal e água, que segundo eles incluem todos os elementos da natureza. A tradição ocidental geralmente não menciona o quinto elemento, o éter, uma vez que ele é realmente distinto dos outros e é a fonte dos outros quatro.

A antiga filosofia grega também estava baseada na doutrina dos elementos, que eram relacionados com as quatro faculdades do homem: moral (fogo), estética e alma (água), intelectual (ar), e física (terra).

Do mesmo modo, eles estão presentes na astrologia, e são uma ferramenta extremamente útil para a compreensão da constituição psicológica de qualquer ser humano. O mapa astrológico natal, portanto, revela o padrão de energia ou afinação cósmica do indivíduo com os quatro elementos. Em outras palavras, o mapa mostra as várias manifestações vibratórias que incluem a expressão do indivíduo neste plano da criação, todas elas seguindo um padrão específico que o mapa simboliza.

Embora em muitos mapas natais exista mais de um elemento que possa ser considerado poderosamente ativo, ou haja a predominância de planetas num elemento diferente do signo solar, aquele onde estava localizado o Sol no momento do nascimento é o dominante no exame da psicologia geral da pessoa.
Isto acontece porque o elemento do signo solar revela a afinação da vitalidade básica e poder de auto-projeção do indivíduo, assim como a esfera de experiência dentro na qual ela viverá cotidianamente, bem como a qualidade fundamental de sua consciência.

Por exemplo, os signos de ar (Gêmeos, Libra, Aquário) vivem no reino abstrato do pensamento, e para eles um pensamento é tão real quanto qualquer objeto material. Os signos de água (Câncer, Escorpião, Peixes) vivem em seus sentimentos e, mais do que qualquer outra coisa, o estado emocional deles é que determina o seu comportamento.

Os signos de fogo (Áries, Leão, Sagitário) vivem num estado de atividade inspirada, altamente excitada, e a conservação desse estado de ser é decisiva para eles. Os signos de terra (Touro, Virgem, Capricórnio) estão assentados no mundo material. O mundo material e as suas preocupações com a sobrevivência e com a produção são considerados muito mais reais do que qualquer outro aspecto da vida.

Portanto, podemos afirmar que o elemento do nosso signo do Sol revela a força interior básica que motiva tudo o que fazemos. Os signos do ar são motivados por seus conceitos intelectuais, os signos de água por seus anseios emocionais mais profundos, os signos de fogo por suas inspirações e aspirações e os signos de terra por suas necessidades materiais.

Apesar do signo onde se localiza a sexta casa do mapa natal dar indicações mais precisas sobre o trabalho e a saúde do indivíduo, numa análise mais geral podemos afirmar que o elemento do signo solar é uma diretriz a nos indicar com quais atividades podemos nos envolver para abastecer-nos com o combustível necessário para recarregar nossas baterias interiores.

Os signos de água precisam tratar com outras pessoas do elemento água ou precisam de um envolvimento emocional intenso com qualquer coisa que estejam fazendo. Essas pessoas não podem se desligar de suas experiências, por isso, é importante que escolham atividades e trabalhos que possam dar-lhes um amplo raio de ação para sua expressão emocional.

Os signos de fogo requerem envolvimento com outros signos de fogo, com metas e aspirações progressistas e inspiradas, ou com um tipo de trabalho que seja fisicamente exigente e ativo. Os signos de terra precisam assumir deveres e obrigações materiais, pois o desafio de enfrentar o mundo como um todo estimula suas energias mais positivas e alimenta sua necessidade de expressão através das realizações práticas. Também podem se recarregar lidando intimamente com outras pessoas do elemento terra.

Os signos de ar sentem necessidade do relacionamento constante com outras pessoas de mentalidade igual, do envolvimento social que lhes ofereça um canal para a expressão das suas idéias ou de um tipo de trabalho que lhes dê estímulo e liberdade intelectual.

A pessoa também pode procurar estabelecer, conscientemente, uma sintonia com a energia de seu signo solar por meio do cultivo do contato físico íntimo com esse elemento. De uma forma geral, os signos de terra recebem a sua energia da terra, os signos de ar recebem sua força do ar, os signos de água a recebem do fluxo de sentimentos próprios da água ou do contato com a própria água e os signos do fogo a recebem do Sol ou da atividade física.

Para fazer isso, os signos de terra precisam meter os pés na lama de vez em quando, precisam se aproximar da natureza e entrar em sintonia com a força de crescimento que existe nas árvores e nas plantas.

Os signos de ar precisam de ar limpo, leve, altamente elétrico, uma qualidade de atmosfera que jamais é encontrada nas grandes cidades, nas planícies úmidas ou nos vales cultivados. Esse tipo de ar é particularmente acessível nas montanhas, onde não só é limpo, mas também bastante seco e fresco.

Os signos de água alcançam sua melhor forma, psíquica e emocionalmente, quando têm a oportunidade de mergulhar em água corrente regularmente, ou pelo menos de estar na presença dela. Edgar Cayce, o clarividente americano, cujo Sol no momento do nascimento encontrava-se no signo de Peixes, descobriu que as suas faculdades psíquicas operavam com maior eficiência quando morava perto da água, fato que o levou a mudar-se para perto do oceano, em Virginia Beach.

Os signos de fogo precisam estar ao ar livre, na luz solar, banhando-se no fogo radiante que vem do Sol. Eles também precisam manter-se fisicamente ativos a fim de captar a sua energia ígnea. Um signo de fogo que tenha que ficar confinado por muito tempo e sem oportunidade de fazer uma movimentação vigorosa, logo começa a sentir como se estivesse sem energia vital.

Quando o elemento predominante na carta natal coincide com o do signo solar, esta energia é ainda mais acentuada. A elaboração do horóscopo de nascimento pode dar indicações mais completas dos elementos que estão excessivamente enfatizados, quais os que estão faltando ou estão desequilibrados, e quais os que podem ser a causa de problemas físicos e dificuldades psicológicas.

terça-feira, 6 de março de 2012

Um Ritual para Defesa Espiritual


-Recortar dois ovais brancos de uma folha de oficio lisa, sem linhas, e desenhar em cada um deles uma figura do anjo sem braços:


-[Fazer uma consagração elemental.]

1° passo – salpicar umas gotas de água consagrada sobre no oval, e dizer:

Com o elemento da Água, símbolo de compreensão e da fe, consagro este símbolo, com o Nome de “meus inimigos” , para meu uso.”


2° passo – Fazer o mesmo com o sal e dizer:

“Com elemento da Terra, símbolo do Crescimento Espiritual, consagro este oval, com o Nome de “meus inimigos”, para meu uso.


3° passo – passar a fumaça do incenso pelo livro
e dizer:

“Com o elemento do Fogo, símbolo do Serviço, a Honra e a Lealdade, consagro este oval, com o Nome de “meus inimigos”, para meu uso.


4° passo – Aspirar e expirar profundamente sobre o livro
e dizer:

” Com o elemento do Ar, símbolo das Palavras Criadoras do Poder, consagro este oval, com o Nome de “meus inimigos” para meu uso, Oh! Poderes dos Reinos Interiores.

-Com esses ovais consagrados, desenhar neles, em cada um, a Runa Yar ou Pó, como mostra a figura abaixo por cima do anjo sem braços.
-Depois fazer um de Ritual de Runas para transformar este símbolo num sigilo.

Feito isto, enrolar os ovais, cada um por separado, com uma correntinha fina, e enterrar um deles, sendo que o outro deve ser guardado no Livro das Sombras.


Com este ritual os inimigos não nos enxergam, e não nos ouvem, pois através dele cortamos a conexão com eles, tanto no plano físico, como no espiritual.

Este é um ritual preventivo, de proteção e defesa “antecipada”, e não de ataque.

E nao serve para usar com o nome de pessoas pois somente atua contra inimigos espirituais ou incorpóreos.

Se pudesse ser usado contra qualquer pessoa, eu nao postaria aqui.

Imagem: Redivivus Draconis



Obs.: Ritual retirado do Blog Magia Bruxa...
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