quinta-feira, 1 de março de 2012

Mude-se.

          


A realidade mais profunda que nós experimentamos é que nós nos modificamos com o passar dos anos, positiva ou negativamente falando. Contudo, um núcleo em nós é constante. Nós nunca somos os mesmos de tudo o que fomos antes. Existe algo em nós que está em constante mutação e que, nesta condição, pode levar a avanços progressiva e positivamente, bem como a regressões profundas, nunca imagináveis antes. A questão está na forma como tu hás de encarar determinados acontecimentos que podem te levar a superações internas ou externas. Isso pode levar a um consequente crescimento ou a evidências de algum registro no qual queiras te fixar e aí permanecer petrificado, como se à imagem daquele fato estivesses tu colado e não quisesses ou pudesses dali sair e não te permitisses, tampouco, progredir.
As mudanças mais profundas que acontecem no teu coração, com implicações em tua realização, participam de um processo de maturação, conhecimento da verdade que te constituiu e te fez ser como os fatos o têm mostrado. Há de chegar, então, o momento em que não se encontrará mais espaço para a pertinência dos limites nos quais até então tens estado.  
     
Aí, dar-se-á um salto. Mudanças profundas assim outros já experimentaram, podendo viver e participar de uma realidade que traz a marca constante de ser em si mesma insuficiente. A falta estará, em qualquer realidade, presente. Superações, portanto, hão de ser a necessidade, para que se revele o traço seu mais permanente.
          A realidade mais profunda que nós experimentamos é que nós nos modificamos com o passar dos anos, positiva ou negativamente falando, como já dissemos anteriormente. Mas como em toda culminância há um declínio ou crescimento antecedente, mudando-se a dinâmica, permanece a marca dos avanços ou recuos na realidade basilar, esta estrutural, através dos tempos.

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