terça-feira, 30 de abril de 2013

História de Samhain para crianças.



A noite estava muito escura, com uma lua cheia no cheio das nuvens. O ar estava fresco com a sensação de final de outono e a porta entre os mundos estava aberta. Abóboras esculpidas são colocadas nas casas da pequena cidade, e os risos das crianças em trajes típicos podiam ser ouvidos das ruas.

Mas foi um momento triste para Beth. Enquanto subia a colina atrás de sua casa. Em seus braços levava o seu gato Smokey, cuidadosamente embrulhado em seu favorito cobertor. Uma sepultura foi escavada na colina, esperando por Smokey.
Tinha morrido naquele dia.

"Você quer que eu vá com você?" Perguntou o pai a Beth..

"Eu cavei a sepultura do MacDougal no topo do morro. " 
Beth lembrou quando seu MacDougal, seu cão tinha morrido depois de ser atingido por um carro.

"Não, eu irei sozinha", ela respondeu.

Beth parou no topo da colina e se ajoelhou ao lado da pequena sepultura.
Ela cuidadosamente colocou Smokey embrulhado na manta e o cobriu de terra, colocando várias pedras por cima. Então ela chorou, e chorou.

"Oh, Smokey, eu sinto tanto sua falta!" 
Beth olhou para a Lua, as lágrimas escorriam pelo rosto. "Por que você teve que morrer?"

"Era a sua vez. Tinha que se juntar à mãe", disse uma voz profunda e suave.

"Quem disse isso?" Beth olhou ao redor, mas não viu ninguém.

"Morrer é parte do ciclo da vida, você sabe." 

"Quem é você?" A luz da lua brilhava sobre a pequena mulher, e Beth podia ver que ela não era humana.

Eu sou uma mulher troll disse a criatura, e sentou-se em frente a Beth.
"Esta é uma noite triste para nós duas, menina, eu também vim para esta colina para enterrar um amigo."
A troll-mulher enxugou uma lágrima de cristal de sua bochecha. 
"Era um esquilo era muito velho. Ainda assim, me deixa triste. "

Beth olhou para a troll. A pequena mulher era da cor de uma rocha ao luar, o cabelo com longos filamentos de musgo, os olhos brilhantes como brilham os cristais. Ela usava um vestido de tecido de folhas de carvalho e cascas de árvores.

"O esquilo e eu vivemos juntos por um longo tempo", disse a mulher troll.
"Nós muitas vezes falamos com o seu gato quando ele estava caçando aqui no morro.
Smokey e eu éramos amigos. Vou sentir falta dele, também."
A pequena mulher afagou a sepultura de Smokey gentilmente.
" Durma bem, amiguinho. Você está descansado, mas nos falaremos novamente. "

"Mas ele está morto", disse Beth, com a voz embargada pelas lágrimas.


"Criança, isto é Samhain. Não conhece os segredos antigos desta época do ano? 
"Então a mulher troll fez sinal para Beth se sentar ao seu lado.
" É verdade que nossos amigos entraram em um mundo onde não podemos mais tocá-los, mas a Mãe deu-nos outras formas de nos comunicarmos com eles. Nós podemos fazer isso a qualquer momento, mas na época de Samhain é mais fácil. "

" Eu não entendo como isso pode ser feito, porque em Samhain é mais fácil? ", disse Beth.

"Nesta época do ano", respondeua mulher troll. "as paredes entre este mundo e o mundo das almas dos espíritos então muito finos. Se ficarmos tranquilos poderemos ouvir os nossos entes queridos e eles também poderão nos ouvir. Nós não falaremos com palavras, mas com o coração e a mente. "

"Não é só imaginação?" Beth olhou para a sepultura de Smokey, as lágrimas mais uma vez rolaram de seus olhos, disse ela:
"Em meu pensamento eu posso sentir MacDougal levantando-se da minha cama à noite como costumava fazer"

"Às vezes é, mas, geralmente, não é imaginação, os nossos amigos vem muitas vezes nos ver em seus corpos espirituais."
A mulher troll chegou até ela e deu um tapinha em seu ombro.
"Tal como o meu amigo, o corvo. Ele está aqui agora".

Beth olhou fixamente e viu uma forma fina de luar nebuloso no ombro da mulher troll.
"Tenho visto algo assim ao pé da minha cama onde MacDougal costumava dormir."
Ela sussurrou." Eu pensei que eu fosse sonho."
Ela deu um salto como se algo tivesse cutucado seu braço, mas quando ela olhou não havia nada.

A mulher troll sorriu.
"Feche os olhos e pense em MacDougal", disse ela.
"Ele tem esperado bastante para que você o veja".

Beth fechou os olhos e, ao mesmo tempo, a forma de seu cãozinho entrou em
sua mente. Sua cauda abanou com felicidade. Ela sentiu uma onda de amor vindo
dele, e ela enviou seu amor de volta. Então, ela sentiu o cão deitar em sua perna.

"Posso fazer isso com Smokey?" Beth perguntou.

"Ainda não", respondeu a mulher troll.
"Ele precisa de um tempo para dormir e descansar, mas logo ele virá até você. Dê um tempo a Smokey para se ajustar ao seu novo mundo, agora é a hora em que você se lamenta por sua perda. Não é errado se lamentar, mas nós não devemos nos lamentar para sempre ".

"Eu nunca pensei nisso dessa forma", disse Beth. 
"É como se eles tivessem se afastado de nós e pudéssemos falar com eles ao telefone ".

"É desta forma, com todas as criaturas, não apenas animais". 
A mulher troll se levantou e estendeu a mão para Beth. 
"Você quer se juntar a mim, garota humana?
Embora eu tenha enterrado meu amigo esquilo esta noite, eu ainda devo dançar e
cantar para todos os meus amigos e antepassados ​​que passaram dessa jornada para
o outro mundo. Pois este é um momento para homenagear os antepassados ​​".

Beth se juntou a mulher troll dançando ao luar no topo da colina. Ela assistia em silêncio enquanto a mulher troll gritava palavras em quatro direções, palavras que Beth
não poderia entender. No fundo de seu coração a garota sentiu o poder dessas
palavras estranhas e sabia que elas foram ditas em honra e amor. Quando a mulher troll acabou com seu ritual, ela abraçou Beth. 
"Vá em paz, criança humana ", disse ela.
"E lembre-se que eu disse a você sobre o antigo segredo de Samhain ".

"Eu vou", respondeu Beth. "Será que eu vou ver você de novo?"

"Sempre que a lua estiver cheia, eu vou estar aqui", e especialmente em Samhain".

"Eu gostaria de ter algo para lhe dar." 
Beth abraçou a mulher por um tempo."
Você me ensinou muito."
Ela sentiu as lágrimas em seus olhos novamente.

"Deixe suas lágrimas para os nossos amigos que se foram." 
A mulher troll com seu dedo áspero, pegou uma lágrima que caiu do olho de Beth. A lágrima brilhava em seu dedo. A mulher troll gentilmente tocou com seu dedo a lágrima no rosto de Beth que brilhou como um diamante à luz do luar. Ela tranformou a lágrima em um cristal, e deu a Beth.

"Lembre-se do segredo de Samhain, e lembre-se de mim", disse suavemente a mulher troll, e ela desapareceu na escuridão. Beth desceu a colina segurando o cristal. Seu pai estava esperando por ela na varanda.

"Você está bem?" perguntou seu pai e deu um abraço em Beth.

"Eu vou ficar" respondeu ela. Ela abriu a mão sob a luz da varanda e viu perfeitamente o cristal em forma de lágrima.

"Você encontrou alguma coisa?" o pai perguntou.

"Um troll de lágrimas", Beth respondeu, e seu pai sorriu. Ele também sabia
o pouco sobre mulheres trolls e o segredo do Samhain.

Autor Desconhecido

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Meditação com Cristal.

Se você for mencionar ou contar as maneiras que usamos os cristais no dia-dia. Certamente você vai encontrar uma série de modos, e ainda descobrir outros. Esses especiais amigos que sempre nos fazem companhia se tornam  muitas vezes indispensáveis.

No artigo que falei sobre a aura. Expliquei que você poderia realizar o relaxamento com o propósito de limpeza, e cheguei a mencionar que a meditação com cristais ajuda bastante. Pois eles proporcionam uma ajudinha extra aos chakras para que continuem girando em equilíbrio. Pois bem, vamos falar então da meditação com cristais que também envolvem os chakras.

Antes de abordarmos a maneira como a meditação será feita. Vamos antes explicar como os cristais serão usados e onde.
Como sabemos, os cristais possuem propriedades. E para cada chakra, um ou até dois cristais podem ser usados. Assim temos:

Chakra coronário: O cristal de quartzo ou a ametista
Frontal ou terceiro olho: A lápiz lázuli e sodalita.
Laríngeo: Citrino, água-marinha, topázio azul e turqueza.
Cardíaco: A turmalina verde, melancia, quartzo rosa e verde, esmeralda e rodocrosita.
Plexo solar: O citrino, pedra do sol e topázio imperial;
Chakra base: A turmalina negra, granada, hematita e quartzo fumê.
Sexual: Cornalina, calcita laranja e opala de fogo.

Vale. Sempre vale! Lembrar que o cristal que será usado para a meditação, ou para qualquer outra finalidade. Deve ser devidamente programado antes. E para os cristais que usar em meditação. Você pode confeccionar um saquinho e deixá-lo guardado próximo a cabeceira da sua cama. Não use esses  cristais para outra finalidade além da meditação. E se sentir necessidade de substituí-los. Devolva-os a natureza. 

A regra da programação do seu cristal deve ser a mesma para qualquer outra finalidade: Usar os 04 elementos. E de preferência deixe seu cristal 24h em contato com cada um desses. Eu sigo a seguinte ordem: 
Água - Ao comprar os cristais, eu primeiro limpo com a mistura de sal grosso e água
Terra - Depois de secar ao sol. Os coloco sob a terra ou enterro mesmo.
Fogo - Depois de tirar o excesso da terra com um pouco de água. Coloco-os perto da chama da vela.
Ar - E finalmente passo na fumaça do incenso*.
Mas você pode fazer a sua como quiser...

Dê uma olhada no artigo Uso dos cristais na magia - Programando & Limpando seus cristais. Para lembrar do que falamos sobre esse assunto.
Muito bem. Assim que você programar seus cristais. Você já poderá usá-los em suas meditações. E há duas maneiras:

Com os cristais direto na pele. Ou pela visualização. Logicamente que nem todos você conseguirá colocar sobre sua pele. Então, se escolher essa forma. Use os chakras raíz, plexo solar, cardíaco, laríngeo, terceiro olho e coronário. Para ativação dos chakras coronário e sexual. Você pode colocar os cristais em locais próximos. Explicando melhor. Eu costumo fazer essa meditação deitada, e coloco os cristais sobre cada um dos vórtices. Com exceção desses que eu falei. Porque não dá mesmo. Então  eu escolho um local próximo. Os efeitos são os mesmos.

Se escolher a visualização. Recomenda-se que já tenha prática dessa prática. Pois é necessário cuidar da respiração ritmada enquanto visualiza a ação do cristal em cada um dos vórtices. Digo que essa é um pouquinho mais detalhada. Daí a "experiência" no ramo. Para esse tipo, é legal ter alguém com você de conduzindo. Pois assim fica mais fácil. Ainda prefiro o método A. 

Quando faço minhas meditações geralmente acontecem dois fatos: Ou durmo muito e quase não acordo. Ou simplesmente não durmo nada. E em alguns casos tenho visões. Tenho muita facilidade para a  projeção astral. E se com você acontecer o mesmo. Você pode mentalizar que deseja retornar ao normal em tantos minutos. Assim você não "corre" o risco de ficar a mais do que deveria. Não coloque despertador. Não é nada legal ser tirado de um transe abruptamente.

  • Escolha um local tranquilo. E que te passe segurança. O quarto, ou locais destinados a essa prática. São os indicados.
  • Quanto a periodicidade. Eu recomendo que seja uma vez por semana. E depois que for se sentindo mais confortável, aumente o número de meditações. 
  • Acender incenso é válido. Música, somente muito baixa e muito suave.

IMPORTANTE: Durante o período que realizar suas meditações. Você não precisa fazer uma dieta radical demais. Apenas não abuse de carnes vermelhas e condimentos. No mais tudo pode ser ingerido desde que com moderação. Agora uma coisa que não vai combinar muito bem serão as bebidas alcoólicas. Essas você pode abolir do cardápio.

Quando passar da primeira semana que realizar a meditação. Vai perceber que estará mais calmo e ao mesmo tempo concentrado. Na medida certa em tudo que precisar fazer. E isso é muito bom. Todos os vórtices/chakras  estarão em equilíbrio e isso será claro pra você. E ainda mais, ser tornará um hábito tão natural, que se você se habituar a fazer sempre em determinado dia da semana e determinado horário. Quando estiver chegando a hora, seu organismo já vai parando devagar, devagarinho... até você começar a meditar...
Então, Boa meditação pra você!!!




* Se preferir. E esse método é também muito bacana. Você pode soprar sobre o cristal.

Beijos encantados!

terça-feira, 9 de abril de 2013

Japamala.



"Japa" é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal "jap", que significa "murmurar, sussurrar". 

"Japa" é a prática feita pelos yogis na repetição em tom de murmúrio de mantras, de passagens das escrituras, ou do nome de uma divindade. 
A repetição destes mantras, o "Japa", é uma "corrente", um "cordão de energia".
Mala é uma palavra de vários significados em sânscrito, porém neste caso, ela quer dizer, apenas, "cordão de contas". 
Temos então duas correntes, uma espiritual, "Japa" e outra material, "Mala". Assim, as energias espirituais invocadas "Japa", energizam o "Mala". 
Geralmente, o "mala", utilizado para o "japa", "murmurar", contém 108 contas. 
Um Mala pode conter contas que também formam divisões de 108, de modo que o mesmo cálculo possa ser mantido. 
Chegar ao "Meru", a conta central no mala, mostra que você fez o seu "japa" por 108 vezes. Completar o circuito de 108 mantras é um passo a mais no caminho da elevação espiritual. Cada Volta realizada no "Mala", é um degrau na escada para a união com o éter divino.
Um "mala" estimula seu usuário a fazer os "japas" diariamente. 

POR QUE USAR UM MALA ?

O Mala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições. 

A palavra mantra vem do sânscrito, "man" que significa "mente" ou "pensamento" e "tra" significa "proteger" "socorrer". Assim, mantra quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos. 
Os mantras são um meio de comunicação espiritual das religiões hindu e budista. Um mantra sagrado é normalmente entoado em sânscrito. Quem entoa mantras busca a intercessão espiritual. Uma forma de orar repetidamente, a fim de magnetizar as energias de uma determinada divindade.
O mantra essencial é a sílaba sagrada OM, que significa Ômega. Ômega é a energia feminina da Mãe Divina. Quando entoamos o OM, estamos manifestando a vontade de trazer para a matéria, a energia da palavra ou frase seguinte. Por exemplo: OM VISHNU OM, Significa que estamos dizendo que queremos a intercessão de Vishnu em nossas vidas. Vishnu é responsável pela instrução e compreensão dos mistérios da vida, dizer seu nome somado a um OM, traz sabedoria para quem o faz. OM SHIVA OM, traz o poder purificador e protetor de Shiva para quem o entoar. 
Praticamente todas as religiões entoam alguma forma de oração para a comunhão espiritual com seres mais elevados.
Mantra é formado por palavras em sânscrito com poderes para elevar a consciência, promover a cura, solucionar problemas, conseguir proteção e direção espiritual, manifestar desejos e muito mais. 
Entoar mantras é uma forma de meditação. Uma pessoa entoa mantras repetidas vezes, em murmúrio ou em alto tom. A mente focaliza-se no conteúdo do mantra e os pensamentos tornam-se positivos e poderosos, a respiração deve ser lenta e profunda.




USANDO UM MALA 
Segurando o seu cordão de contas, o "Japa Mala", na mão direita, deixe que ele escorregar sobre o dedo do meio (o dedo do céu, o dedo mais longo). O dedo indicador não deve tocar as contas, ficando estendido durante todo o período da entoação dos mantras, o "japa".
Comece sempre pela conta seguinte à grande conta, o "meru", que significa "montanha", e não deve ser contado, nem tocado pelo dedo do polegar, o Meru é apenas o ponto inicial e final da contagem das contas. 
Puxe as contas de seu Mala sempre em sua direção, uma a uma, entre seu dedo polegar e o dedo do meio, usando seu polegar para “contar” e puxar cada conta, puxando levemente, enquanto recita o mantra escolhido, e movendo para a próxima conta, até completar a série de 108 contas de seu mala, entoando seu mantra escolhido, por 108 vezes seguidas, ou mais.
Uma conta é puxada por cada repetição do mantra. 
O polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio representa o éter divino no chakra do coração. Assim, como estamos nos comunicando com seres elevados do plano etéreo, este mudra aumentará nosso poder de comunicação espiritual.
Mantenha a mente firme prestando a atenção em sua respiração, nas contas e em seu mantra. 
Enquanto puxa uma conta, inale, entoe o mantra "OM NAMAH SHIVAYA", enquanto exala. Um Mala foi feito para ser utilizado em harmonia e com muita calma e firmeza em suas palavras. 
Uma vez que você alcance o Meru, caso queira continuar mais 108 vezes, não o ultrapasse. O Meru é a conta estática do Mala.
Vire as contas ao redor e continue na direção inversa. Isto se faz necessário por que quando puxamos as contas ganhamos um espaço entre elas, assim juntamos as contas que ficaram para trás, se formos em frente pelo caminho que começamos, encontraremos as contas muito juntas do outro lado do Meru, e o polegar não poderá fazer o "mudra da riqueza espiritual", que toca estes dois dedos a cada puxada. 
O Japa Malas pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual. 
A utilização de Japa Malas aumenta a felicidade e a capacidade de meditação. As contas de Japa dão mais foco e maior determinação a quem às utiliza. 
Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas por 4 vezes para completar 108. 

O PODER DE UM MALA
Seu Mala pode ser imantado com o poder de "Japa"de seu mantra, para isso você precisará praticar todos os dias, por pelo menos 40 dias seguidos. Após 108 dias o mala ficará carregado da energia do poder do mantra entoado/ murmurado/ meditado, e você poderá colocá-lo ligeiramente sobre si ou em outros, para transmitir a energia do mantra, armazenada na mandala de luz, formada em seu Mala. 
O ideal seria utilizar um Mala para cada mantra. Quando utilizar o seu mala com um novo mantra, a energia do novo mantra começará a substituir a energia do mantra anterior, então é recomendado usar um novo mala com cada mantra, se possível, é claro. 
Outra boa idéia é ter um Mala para cada raio. Cada um dos sete principais chakras carrega as energias de uma das sete principais consciências de Deus. 
Quando não estiver utilizando seu mala, guarde-o em um lugar limpo e sagrado. O melhor lugar para guarda-lo é sobre um altar pessoal ou sobre uma estatueta sagrada de uma divindade. 
O mala é utilizado para que uma pessoa possa pensar sobre o significado do mantra e de suas palavras enquanto entoa, sem ter a necessidade de ficar contando as vezes que entoa.

sábado, 6 de abril de 2013

Faun, Pan & Satyros. Cernunnos - Intro.


Constantemente me perguntam sobre eles e se são a mesma coisa ou da mesma Mitologia. Então eu recolhi uns trechos falando de cada um Internet afora e juntei com uns pensamentos meus. (Laetittia Braz).

Fauno
Fauno (do latim Faunus, "favorável" ou também Fatuus, "destino" ou ainda "profeta") é nome exclusivo da mitologia romana, de onde o mito originou-se, como um rei do Lácio que foi transmutado em deus e, a seguir, sofreu diversas modificações, sincretismo com seres da religião grega ou mesmo da própria romana, causando grande confusão entre mitos variados, ora tão mesclados ao mito original que muitos não lhes distinguem diferenças (como, por exemplo, entre as criaturas chamadas de faunos – em Roma – e os sátiros, gregos).
Assim, para compreender a figura de Fauno, é preciso inicialmente saber que o nome era usado para denominar, essencialmente, três figuras distintas: Faunorei mítico do Lácio, deificado pelos romanos, muitas vezes confundido com Pã, com Silvano e/ou com Lupércio (como deus, era imortal); Faunos (no plural, embora possa ser usado no singular, quando individuado o ser) – criaturas que, tal como os sátiros gregos, possuíam um corpo meio humano, meio bode, e que seriam descendentes do rei Fauno.
Sendo uma antiga divindade da Itália, nos tempos romanos Fauno adquiriu características que o tornaram similar ao deus Pã, grego. Entretanto, os romanos não fizeram a assimilação direta de Pã a Fauno: ora suas características estão unidas, ora está relacionado ao deus Silvano.
Segundo Menard, os mitos gregos, ao se espalharem pela Itália fizeram com que se confundissem as relações entre Pã e Fauno, embora suas lendas fossem distintas.

Lupercais ou Faunália
As festas dedicadas a Fauno (Lupércio) ocorriam a 15 de fevereiro, que teria sido a data da fundação do seu templo, o Lupercal. Essa festa era essencialmente rural, uma vez que Fauno Lupércio tinha a precípua função de proteger os rebanhos (‘’Lupercius’’ seria, assim, “que repele os lobos”) Eram uma forma de purificação, com fito de obter grande produtividade na agricultura e na criação. Teria sido iniciada por Evandro e persistiu até o século V quando a Igreja a incorporou, transformando-a, segundo Georges Hacquard, na festa da Purificação da Virgem.

Satyros
Normalmente eram-lhes consagrados o pinho e a oliveira e apesar de serem divinos, não eram imortais.
Na mitologia dos povos gregos, os sátiros (em grego, Σάτυροι, Sátyroi, talvez relacionado ao grego sathê, "pênis") são divindades menores da natureza com o aspecto de homens com cauda e orelhas de asno ou cabrito, pequenos chifres na testa, narizes achatados, lábios grossos, barbas longas e órgãos sexuais de dimensões bem acima da média humana - muito freqüentemente mostrados em estado de ereção.
Viviam nos campos e bosques e tinham freqüentes relações sexuais com as ninfas (principalmente as Mênades, que a eles se juntavam no cortejo de Dioníso), além de copularem com mulheres e rapazes humanos, cabras e ovelhas.


Pan
 (Lupércio ou Lupercus em Roma) é o deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores na mitologia grega. Reside em grutas e vaga pelos vales e pelas montanhas, caçando ou dançando com as ninfas. É representado com orelhas, chifres e pernas de bode, amante da música, traz sempre consigo uma flauta. É temido por todos aqueles que necessitam atravessar as florestas à noite, pois as trevas e a solidão da travessia os predispunham a pavores súbitos, desprovidos de qualquer causa aparente e que é atribuídos a Pã; daí o nome pânico.
Os latinos chamavam-no também de Fauno e Silvano e tornou-se símbolo do mundo por ser associado à natureza e simbolizar o universo.
Em Roma, chamado de Lupércio, é o deus dos pastores e de seu festival, celebrado no aniversário da fundação de seu templo, denominado de Lupercália, nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro. Pã é associado com a caverna onde Rômulo e Remo foram amamentados por uma loba. Os sacerdotes que o cultuavam vestiam-se de pele de bode.
Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas. Os romanos então convidavam Lupercus para manter os lobos afastados.


Pã então perseguiu-a, mas Syrinx, ao chegar à margem do rio Ladon e vendo que já não tinha possibilidade de fuga, pediu às ninfas dos rios, as náiades, que mudassem a sua forma. Estas, ouvindo as suas preces, atendem o seu pedido a transformando em bambu. Quando Pan a alcançou e a quis agarrar, não havia nada, excepto o bambu e o som que o ar produzia ao atravessá-lo.Pã apaixonou-se por Syrinx, que rejeitou com desdém o seu amor, recusando-se a aceitá-lo como seu amante pelo facto de ele não ser nem homem, nem bode.
Quando, ao ouvir este som, Pã ficou encantado, e resolveu então juntar bambus de diferentes tamanhos, inventando um instrumento musical ao qual chamou syrinx, em honra à ninfa. Este instrumento musical é conhecido mais pelo nome de Flauta de Pã, em honra ao próprio deus.
Pã teria sido um dos filhos de Zeus com sua ama de leite, a cabra Amalteia. Seu grande amor no entanto foi Selene, a Lua. Em uma versão egípcia, Pã estava com outros deuses nas margens do Rio Nilo e surgiu Tifão, inimigo dos deuses. O medo transformou cada um dos deuses em animais e Pã, assustado, mergulhou num rio e disfarçou assim metade de seu corpo, sobrando apenas a cabeça e a parte superior do corpo, que se assemelhava a uma cabra; a parte submersa adotou uma aparência aquática. Zeus considerou este estratagema de Pã muito esperto e, como homenagem, transformou-o em uma constelação, a que seria Capricórnio.

Cernunnos
Cernuno (em latim e nos idiomas celtas, Cernunnos) é o nome convencional dado nos estudos celtas às representações do deus com chifres do politeísmo celta. O próprio nome é apenas atestado uma vez, no Pilar dos Barqueiros, do século I, mas as representações de uma figura com chifres, frequentemente sentada em "posição de lótus", e frequentemente associada a animais e a manter ou vestir torques, são conhecidas de outras instâncias.
Nada é conhecido sobre o deus de fontes literárias, e detalhes sobre seu nome, seu culto ou sua significância na religião céltica são desconhecidos. Interpretações especulativas o identificam como um deus da natureza ou fertilidade.






Fonte: Wikipedia.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

The Dreamcatcher.


Filtro dos sonhosespanta-espíritosapanhadores de sonhos ou caçadores de sonhos (em inglês dreamcatcher) é um amuleto da cultura indígena ojibwa (ou chippewa), que consiste em um aro construído com uma vara de salgueiro-chorão, ao qual são atrelados e pendurados vários fios, formando uma sorte de teia de aranha, propositalmente irregular em sua forma, segurando algumas poucas penas e/ou outros pequenos objetos de significância pessoal especial. funciona para todos menos para japoneses chamados shoiti.
Diz a lenda que antigamente havia duas tribos em guerra. A raiva e o rancor gerou energias desarmônicas, que faziam com que as crianças tivessem pesadelos. A grande mãe búfala desceu à terra e pediu ao xamã da aldeia que fizesse um aro com um galho de salgueisabiam para onde ir, passando pelo furo central. Aos primeiros raios de sol, as energias se dissipavam.
Apesar dos catasonhos terem originado entre o povo Ojibwa Nation durante o período do Movimento Panameríndio (ou the Pan-Indian Movement, em inglês) das décadas de 1960 e 1970, esses objetos foram adotados por muitos outros grupos e nações indígenas da América do Norte, sendo considerados um símbolo de união e de confraternização entre os póvos ameríndios do norte do continente. Muito embora certos indivíduos e coletivos indígenas tenham expressado a opinião de que houve uma super-comercialização desse objeto, e que o catasonhos carece a devida autenticidade para poder servir de emblema geral aos povos originais da terra.
Os videntes nativo–americanos ensinam que a Grande Aranha, teceu a Teia do Universo para relacionar todas as coisas. 
Para eles, a Aranha ao mesmo tempo é Avó e Criadora que cria novas energias dentro da existência. Ela tem a "Medicina da Criação".
Num dos mitos da Criação, conta-se que no inicio do mundo só havia escuridão, os povos andavam às cegas, e viviam se colidindo, uns com os outros. A vovó aranha que trouxe o sol e o fogo aos índios e ensinou-lhes também a arte de fazer a cerâmica.
Conta uma velha lenda dos nativos norte-americanos, que um velho índio ao fazer uma Busca da Visão no topo de uma montanha, lhe apareceu IKTOMI, a aranha, e comunicou-se em linguagem sagrada. A Aranha pegou um aro de cipó e começou a tecer uma teia com cabelo de cavalo e as oferendas recebidas
Enquanto tecia, o espírito da Aranha falou sobre os ciclos da vida, do nascimento á morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia :
"Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios".
No final a Aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:

"No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vem de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia"
Esse círculo é conhecido como "dreamcatcher" (apanhador de sonhos). Aqui no Brasil é chamado de Filtro dos Sonhos ou Coletor de Sonhos.
Trata-se de um instrumento de poder para assegurar bons sonhos para aqueles que dormem debaixo dele, e também para trazer visões.
Geralmente são colocados onde a luz bate pela manhã, em frente a janela. Os nativos nos ensinam que os sonhos passam pelo furo no centro e os maus sonhos ficam presos na teia e se dissipam à luz do amanhecer.
Você poderá colocá-lo no seu quarto, escritório, ou até no berço ou carrinho do bebê. Os nativos ensinam que os bebês ao verem a pena balançar com o vento, se entretêm e aprendem a importância do ar. Ele é feito na forma de um círculo, tradicionalmente com galhos de Salgueiro. É feita uma rede na forma de uma teia de aranha com uma abertura ao centro. Tem muitas lendas de origem, de acordo com cada tribo e também diferentes formas de tecer.

É uma mandala. Segundo Jung, a mandala se encontra na própria alma humana, aparecendo nos sonhos e em diversas imagens criadas pelo nosso inconsciente. O Circulo
Representa, o Círculo da Vida. As rodas, ou círculos, representam a totalidade. O círculo é o símbolo do Sol, do Céu e da Eternidade. No simbolismo ancestral o círculo é o símbolo do espaço infinito, sem começo e sem fim.Qualquer que seja a representação simbólica em qualquer era e em qualquer cultura, um Círculo de Poder, serve como um espelho, onde podemos ver o reflexo do Universo e o Grande Tudo, que contém a totalidade, trabalhando para o entendimento dos mistérios da vida, do cosmos, e das leis naturais. A Teia e a Pena
Os fios da teia, que são ligados ao círculo, podem ser tecidos em 7 pontos (7 profecias) 8 pontos (8 pernas da aranha = oito direções sagradas ), 13 pontos (13 Luas), variando de acordo com cada tradição e intenção.
Pode ser colocada uma pena no centro, simbolizando a respiração, o elemento ar, e em alguns são colocados uma pedra/cristal. Tudo o que é colocado possui um significado.O Centro da Teia. Corresponde ao Grande Mistério, o Criador, a Força que abrange o Universo inteiro.

Coloque seu filtro de forma ritualística. Isso é o que diferencia um adorno de um instrumento de poder. Purifique antes o ambiente, o próprio filtro, e coloque sua intenção. Faça sua própria cerimônia. Peça proteção para o lar, família, pensamentos.
Atualmente muitas lojas vendem filtro dos sonhos, alguns industrializados com penas coloridas, espelhinhos. Particularmente, prefiro algo mais tradicional, mais rústico, feito artesanalmente com cipós colhidos, com preces e orações. Você poderá comprar em lojas ou aprender a fazer numa oficina de confecção (acho mais interessante !)
No xamanismo evoca-se a essência espiritual da aranha para compreender melhor a "teia da vida", para evocar a criatividade e a imaginação. Inspira a visão e o poder para trazer nossos sonhos até a realidade. Para se obter independência e coragem, para rompermos com armadilhas que criamos, sejam emocionais ou espirituais. Para rompermos a teia da ilusão, construirmos novos sonhos, para sonharmos mais, para tecermos nossa própria vida.
Bons Sonhos !

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ca%C3%A7adores_de_sonhos
Fonte: http://www.xamanismo.com.br/Poder/SubPoder1191052936It009

Os textos não são de minha autoria. Apenas publiquei aqui. Confiram os links.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Sálvia Branca




Nome Científico: Salvia apiana
Nomes Comuns: Salvia branca, Salvia Sagrada, Shkodawabuk, White Sage, Sacred White Sage, Holy Sage...
Nas montanhas semi-áridas da Califórnia cresce um tipo especial de Salvia, que é altamente reverenciada pelos índios norte-americanos. Para finalidades espirituais e medicinais, a Salvia Branca é uma poderosa erva. A palavra salvia vem do latim, ”salvea” que significa salvação. A Salvia Branca não gosta de lugares frescos que tenham sombras, ela frefere crescer em locais onde o sol e o calor sejam intenso, aproximadamente 50 graus. 

Enquando outras plantas morrem neste calor extremo, a Salvia branca absorve a energia do sol para criar os óleos essenciais que mantêm suas folhas flexíveis e vivas por causa da quantidade abundante de óleos essenciais produzido.

A Salvia Branca é ótima para se queimar como incenso. Os índios norte-americanos dizem que a fumaça da Salvia Branca não é só para purificar o corpo, mas lugares e objetos pessoais. Por esta razão ela é sagrada para muitas tribos. Algumas tribos colocam pedaços sa Salvia Branca na fogueira na convicção que a planta purifique o próprio fogo. Em algumas cerimônias do Índios Dakota, um galho de Salvia Branca é colocado atrás da orelha para que os espíritos possam reconhece-los.

” Em cada planta habita um espírito (elemental) em que o Grande Criador deposita uma parcela de sua infinita sabedoria. E a Salvia Sagrada foi presenteada com o poder da purificação e a força da luz.” (1)

”Certas plantas e ervas possuem um lugar, um propósito e funções específicos na Terra: curar. Para atingir eficácia nas curas nós seres humanos, devemos começar a admitir o fato de que a totalidade da planta deve ser empregada no tratamento, tanto suas propriedades físicas quanto espirituais…..A parte física da planta opera no corpo físico e ao passo que a essência espiritual da planta trabalha com o espírito……” (Médico Urso Pardo do Lago - O Curandeiro Nativo Norte Americano, 1991, p.170 )

Sugestões de Uso:

Limpeza Pessoal

”A Salvia Branca queimada pode ser usada para promover uma renovação de nossas energias. Este processo é de grande ajuda principalmente em épocas de grande mudanças em nossas vidas, em que podemos acabar intoxicados pelas energias estagnadas oriundas de padrões de pensamentos e sentimentos já ultrapassados. A Salvia tem o poder de remover estas forças , purificar nossos campos energéticos trazendo a clareza e a força para continuarmos firmes em nossa caminhada.” (1)

Peça a alguém para passar a fumaça da Salvia em seu corpo, na parte da frente e de trás. Não se esqueça do alto da cabeça e de seus pés. Se você não tiver alguém, para se defumar passe a Sálvia ao seu redor o tanto que você puder fazer. Respire profundamente com calma e respeito a você e ao Espirito da Salvia Branca e a observe a mudança de energia em você. Sinta a diferença energética. Antes de dormir, queime algumas folhas de Salvia Branca para afastar as energias negativas do stress físico e emocional do dia a dia. Para um sono tranquilo e calmo, queime apenas uma folha da Salvia Branca e lembre-se de queimar com cuidado, em um recipiente seguro. Lembre-se que queremos a fumaça, não o fogo.

Limpezas de espaços (ambientes de trabalho, salas de reuniões e etc)

Queimar Salvia é muito bom e maravilhoso para dar boas vindas a amigos, a grupos e pessoas queridas.

Comece a fazer a limpeza na parte de trás da sala, caminhe ao longo de cada parede e defume o mais alto que você possa alcançar e então cruze o centro da sala e deixe a fumaça subir em seu próprio ritmo. Enquanto você caminha, peça ao seu anjo da guarda, ao seu mestre, enfim, ao Grande Espírito que as energias positivas possam entrar em seu espaço sagrado e que o grupo seja abençoado com esta experiência. Dê as boas vindas, então, a cada pessoa que entrar nesse espaço, como descrito acima na limpeza energética pessoal.

OBS: Tome cuidado com as fuligens da Salvia: elas podem queimar carpetes, cortinas etc…

Para limpeza de sua casa

Para limpar e abençoar sua casa ou apartamento, use uma poção generosa de Sálvia Branca para defumar. Abra a porta da frente . Vá para a parte de trás da casa e comece a limpar os quartos. Não se esqueça dos cantos das paredes. Entre e defume cada quarto, banheiros, armários, área de serviço, cozinha… enfim, todas as partes da casa. Quando você chegar na porta da frente, diga estas palavras: “Esta casa está abençoada com pensamentos elevados, para felicidade e prosperidade de todos que aqui vivem. Que todos que aqui vierem possam ser abençoados de alguma maneira e possam receber amor e carinho.” Então, coloque a Salvia na parte da frente da entrada da casa, deixe-a queimando por alguns instantes, limpando e abençoando sua casa.





Fonte: 
http://www.diariodaerva.com/2012/11/salvia-branca.html
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