sexta-feira, 5 de julho de 2013

Ativação da Glandula Pineal - parte II





EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA A GLÂNDULA PINEAL
É indicado ao praticante fazer estes exercícios sentado e com os olhos fechados.
Observe a localização da glândula pineal no topo do crânio [figura 1].
Faça os exercícios procurando sentir a localização da pineal. Coloque também sua atenção na
respiração, lembrando do alimento necessário ao Sistema Nervoso Central.

EXERCÍCIO 1 [Massagear o alto do crânio]

♦ Faça um movimento circular com a polpa dos dedos das duas mãos sobre o couro cabeludo, no alto da caixa craniana. Investigue vagarosamente até encontrar uma reentrância. Sinta-a com os dedos. Esse ponto corresponde à “moleira” dos recém-nascidos.
♦ Massageie esse ponto usando os dedos indicador e médio. Procure perceber qual o sentido
mais confortável [sentido horário ou anti-horário].
♦ Massageie lentamente o ponto sem provocar atrito com a pele. Perceba que o couro cabeludo, muito colado no início, se desprende melhor depois de um certo tempo.
♦ Faça essa massagem sem pressa, no seu ritmo e no seu tempo.
É importante salientar que este ponto é o local de união de todos os meridianos. A prática é ótima antes de dormir, pois a glândula pineal é a rainha do sono profundo.

EXERCÍCIO 2 [Massagear para frente e para trás o couro cabeludo com os dedos]

♦ Outra forma indicada e confortável é puxar o couro cabeludo para frente e para trás sempre a partir desse ponto [no alto da caixa craniana].

EXERCÍCIO 3 [Tamborilar o alto do crânio com os dedos]


♦ A seguir você vai “tamborilar” com os dedos médios o ponto no alto da caixa craniana, onde se localiza a glândula pineal. A ação do toque deve ser amorosa, não use força.
♦ Perceba o que está sentindo. Você poderá sentir calor, salivação, enjôo, um mental tranqüilo.

EXERCÍCIO 4 [Massagear a fronte na linha do início do couro cabeludo e a “coroinha”]

♦ Coloque o dedo médio e indicador da mão direita na fronte, precisamente no início do couro cabeludo, alinhados com o nariz. Massageie este ponto com os dois dedos. Escolha a direção que for mais confortável e agradável.
♦ Faça as massagens nos pontos cranianos sempre vagarosamente e observando seu próprio ritmo e tempo.
♦ Continue massageando esse ponto e com os dedos da outra mão encontre uma reentrância na parte posterior do crânio (um pouco mais atrás do topo da cabeça), acima do cerebelo. Esta reentrância ou depressão corresponde ao lugar chamado de “coroinha”. Os religiosos costumam marcar bem essa região, usualmente rasurando os cabelos
num formato circular.
♦ Coloque o dedo médio e indicador sobre esse ponto e massageie no sentido que achar mais confortável. Perceba as sensações (dor, calor, lágrimas, relaxamento nos nervos oculares, sensação de estímulo da tireoide, sensação do palato, sensação de sair do tempo].

FINALIZAÇÃO [Irradiando calor com as mãos]
♦ Em seguida, aqueça as mãos friccionando-as e colocando-as no topo da cabeça.
Deixe que as mãos escolham qual deve ficar em cima e qual deve ficar embaixo.
♦ Perceba o calor que a fricção das mãos provoca. Sinta o calor irradiando para a pineal e a resposta receptiva dessa glândula ao calor.
Faça contato com a glândula pineal, enviando-lhe afeto, reconhecendo todo o complexo trabalho que faz no seu organismo. Reconheça sua importância no equilíbrio geral do  organismo e no retardamento do envelhecimento. Ao fazer isto, a glândula recebe calor e magnetismo.

OBSERVAÇÕES
As tradições respeitavam a glândula pineal e a consideravam alinhada ao mais elevado centro espiritual. Os hindus entendiam que dentro do Lótus de Mil Folhas ou Chakra da Coroa, encontrava-se o verdadeiro centro do coração.
Na tradição judaica usa-se até hoje o kipá [usado no topo da cabeça]. É usado para lembrar o usuário de sua reverência diante de Deus.
Na mitologia grega, Hermes [Mercúrio] era representado com um capacete alado, símbolo de invulnerabilidade e de potência. Hades [Plutão] possuía um barrete que adornava sua cabeça e o tornava invisível.
Os católicos representam os santos com auréolas ou halos dourados. Desta forma, a “coroa”
no alto da cabeça tem um significado que não poderíamos omitir. Sua forma circular indica a participação da natureza celeste, um “Dom” vindo de cima, um poder, o acesso a um nível e a forças superiores.

Glândula pineal – Também chamada de “Terceiro Olho”. É uma pequena massa de substância nervosa, cinza/roxa-avermelhada, do tamanho
de uma ervilha, aderida à parte posterior do terceiro ventrículo do
cérebro.
É um órgão misterioso, que, em outros tempos, desempenhou papel importantíssimo na economia humana. Durante a terceira Raça e no início da quarta, existiu o Terceiro Olho, órgão principal da espiritualidade no cérebro humano, local do gênio, o “Sésamo” mágico,
que pronunciado pela mente purificada do místico, abre todas as vias da verdade para aquele que sabe usá-lo (Doutrina Secreta, III, 506).
Um Kalpa depois, devido ao gradual desaparecimento da espiritualidade e do aumento da materialidade humanas, substituída a natureza espiritual pela física, o Terceiro Olho foi-se “petrificando”, atrofiando-se gradualmente, começou a perder suas faculdades e a visão espiritual tornou-se obscurecida.
O “Olho Divino” (Devâkcha, como é chamado pelos ocultistas o Terceiro Olho) já não existe; está morto, deixou de funcionar. Porém deixou atrás de si um testemunho de sua existência e este testemunho é a Glândula Pineal, que, com os novos progressos da evolução, voltará a entrar em plena atividade.
Em nossos dias, a prática do Râja-yoga conduz ao desenvolvimento das funções do Terceiro Olho, das faculdades de clarividência, transmissão do pensamento e outros poderes ocultos.
(Doutrina Secreta, III, 503, 504, 577 etc.)

Texto copiado do Glossário Teosófico"
Peguei no perfil do Facebook de uma amiga minha chama Marcia Lobo.

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