sexta-feira, 5 de julho de 2013

Ativação da Glandula Pineal - parte I



Ativação da Glândula Pineal (Iluminação) - Terceira Visão

"Localizada no centro do cérebro, na altura dos olhos, a Glândula Pineal é a conexão entre o plano físico e espiritual, uma fonte de energia etérica, que ativa poderes
sobrenaturais. A Glândula Pineal é tida como sede da alma, ponto de acesso às elevadas dimensões, estimulando nossa mente superior e desenvolvendo potenciais intelectuais.

Quando falamos em ativar a Pineal, significa que esta glândula passará a funcionar como um portal de energia cósmica, o que nos habilita a interagir e trabalhar em planos elevados de consciência. A mente cósmica é onipresente em cada face da
criação e você percebe que você é a mente cósmica, quando desvela isto em você. A "realidade" existe através de sua consciência, e não ao contrário.

A variação de diferentes formas de percepção da realidade é meramente o resultado de diferentes níveis de despertar que criam o efeito "holograma", da
"Matrix".
Quando você se torna um com a Suprema Consciência, você se percebe como
parte das águas que formam o oceano da consciencia divina.

A Glândula Pineal é como uma antena de rádio, enviando e recebendo pensamentos, e despertar a Pineal não é somente uma maneira de "ver espíritos"; mas sim, uma maneira de "integrar-se" ao divino, acessar a grande verdade e interagir com o Paraíso - "Trazer o Paraíso à Terra".

Uma das percepções que tive, ao trabalhar com a Pineal, e também ao ajudar outros a despertá-la, é o fato de que quanto mais você obtém "conhecimento" (luz: informação), mais você acelera seu processo de despertar espiritual.

Quanto mais você é capaz de deixar ir velhos padrões de como percebe a sua "realidade", e se integra à "verdade cósmica", mais voce irá vibrar na sintonia dos planos superiores que fazem a conexão física através da Pineal. As diferentes
dimensões de consciência são como oscilações de frequências, como um rádio, em que você ajusta as frequências e adentra o arco-íris multidimensional, onde
frequências de luz e brilho, que descem através da pineal, quando se encontram,
produzem uma explosão de intensa luz que permite o Despertar do Paraíso em Você.

Em 99, 9% dos humanos, a Pineal está atrofiada e/ou calcificada, o que causa a perda da conexão com o Eu Superior, privando-os de seu estado de completude divina e tornando-os vítimas de seus condicionamentos, os quais os levam ao aprisionamento na "Matrix".

Quando uma pessoa não está desperta de seu real estado de divindade, irá buscar satisfação fora de si, desconhecendo seu inato estado de completude, do Paraíso habitando dentro de si mesmo. Quando temos a Glândula Pineal ativada, acessamos informações através da livraria cósmica infinita e ao se manter a pineal atrofiada, as memórias são apenas aquelas guardadas na memória pessoal, o que leva à permanente insatisfação da pessoa, em busca de prazeres externos, para tentar suprir o vazio que habita em seus corações, por saberem que em algum lugar existe o Paraíso.

Ao ativarmos a Glandula Pineal, a energia cósmica desce, carregando com ela o intelecto superior, e como a poeira luminosa dos universos, fluem, também, as idéias divinas da
Mente
Divina e a sua verdadeira natureza é revelada. Então, ambos hemisférios cerebrais irão trabalhar harmonicamente, e o seu campo eletromagnético será estabilizado. Adentra-se o estado de silêncio interior, de não desejar, não julgar, não rotular, mas ser o puro silêncio da respiração, que o levará ao estágio de tornar-se um com a respiração da criação.

Quando comecei a fazer meditações guiadas, de ativações, via internet, para algumas pessoas, observei que alguns relatavam sentir o pulsar na região da terceira visão, à medida em que eu emanava energia às ativações; então, pude perceber que estava transmitindo aos outros, mesmo via internet, a mesma experiência que eu havia alçado, através de uma iniciação hindu . Somos Um!

A Glândula Pineal é um Portal Estelar, capaz de criar uma conexão interdimensional entre você, no mundo físico, e os planos elevados. O que nos abre à criação, sendo gerada em sua forma.

Em sânscrito, o termo "NIRVANA" significa experenciar a completude da perfeição espiritual, "um Plano por trás da Grandiosidade" , que o homem um dia compreenderá. O Plano Nirvânico é o estado mental, de felicidade suprema, que muitos iniciados aspiram alcançar - o plano da realização do Eu, através da verdade divina, o Plano da Consciencia Nirvânica, a expressão da Perfeição Divina dos Mestres.

Adentrando a Consciência da Glândula Pineal, à nossa conexão fisica ao não físico, nos planos mais elevados, seremos capazes de compreender mais facilmente os vários poderes ocultos, associados à esta ativação, como: teleportação; cura energética; visão futura e passada; leitura de mentes; materializações; transmutação de substâncias; projeção astral; levitação; leitura de auras; sentir campos energéticos; viagem através do tempo; canalizações; adentrar o "Nirvana", experenciar a consciência da unidade em Deus.

Foram descobertos cristais piezoelétricos de calcita na pineal, os quais agem como transmissores ou receptores do canal de luz ou da informação que vem através de ondas do centro da gálaxia ou de locais de ressonância multidimensional, o que corresponde a uma sensação de pulsar no lobo frontal como resposta à ativação da pineal, e que leva ao despertar, além dos 5 sentidos, à MENTE DO OLHO QUE TUDO VÊ, o OLHO de HÓRUS das antigas escolas Egípcias dos Iniciados, abrindo-se à visão iluminada interior.

Muitas pessoas permaneceram com sua pineais bloqueadas, principalmente pelo ego, ou o senso de Eu Pessoal, como identidades separadas do todo, de modo a "proteger-se" enquanto não estivessem completamente despertos. A hora de despertar é agora!

fonte: Ecola de Canalização Blue Star Dolphin



A Glândula Pineal ou Epífise 

1. A GLÂNDULA PINEAL [CASA DO ESPÍRITO]
Também chamada de corpo pineal ou epífise, é uma glândula cônica e achatada, localizada acima do teto do diencéfalo, ao qual se une por um pedúnculo. No homem adulto, mede aproximadamente 5 por 8 mm. A glândula pineal fica localizada no centro do cérebro, sendo conectada com os olhos
através de nervos. 
As pesquisas recentes sobre as funções da glândula pineal e de seu principal produto, o hormônio melatonina, despertaram um grande
interesse público nesta última década em função da descoberta do papel da
melatonina na regulação do sono e do ritmo biológico [ritmo circadiano] em
humanos.

1.1 A MELATONINA E O RITMO CIRCADIANO
A melatonina é uma substância natural semelhante a um hormônio e é produzida na glândula pineal. A produção de melatonina pela glândula pineal é cíclica, obedecendo um ritmo diário de luz e escuridão, chamado ritmo circadiano. Nos seres humanos, a produção de melatonina ocorre durante a
noite, com quantidades máximas entre 2 e 3 horas da manhã, e mínimas ao
amanhecer do dia.
Tanto a luz como a escuridão transmitem o sinal dos olhos para a glândula pineal, determinando a hora de iniciar e parar a síntese da
melatonina.
A produção noturna de melatonina levou à rápida descoberta do seu papel como indutor do sono em humanos, e como restauradora dos distúrbios
decorrentes de mudanças de fuso horário (jet-lag), no início dos anos 90.


1.2 A MELATONINA E A REGULAÇÃO DO SONO
Além da regulação do sono, a melatonina controla o ritmo de vários outros processos fisiológicos durante a noite: a digestão torna-se mais lenta, a temperatura corporal cai, o ritmo cardíaco e a pressão sangüínea diminuem e o sistema imunológico é estimulado.
Costuma-se dizer, por isso, que a melatonina é a molécula chave que controla o relógio biológico dos animais e humanos.
Do ponto de vista experimental, a melatonina modifica a imunidade, a resposta ao estresse e algumas
características do processo de envelhecimento. No contexto clínico, tem sido utilizada nos distúrbios do ritmo biológico, alterações relacionadas ao
sono e o câncer. Ela possui vários e significativos efeitos biológicos.

1.3 A MELATONINA E SEUS EFEITOS NO EQUILÍBRIO DO ORGANISMO
Os pesquisadores estudaram os efeitos anti-câncer da melatonina, que parece funcionar em conjunto com a vitamina B6 e o Zinco, opondo-se à degradação do sistema imunológico proporcionada pelo envelhecimento.
A melatonina também pareceu promissora no tratamento de problemas femininos, como a osteoporose, a síndrome pré-menstrual, e até
mesmo o controle da natalidade. Por se tratar de um dos principais hormônios
anti-estresse, participa ainda das funções adaptativas e estimulantes.
Portanto, a melatonina estabiliza e sincroniza a atividade elétrica do sistema nervoso central.
Muitos defendem que a pineal, atuando não apenas através da melatonina, é uma “estrutura tranqüilizadora que
suporta o equilíbrio do organismo”, agindo como um órgão sincronizador, estabilizador e moderador. Isso sugere que a melatonina pode
ter muitas aplicações em condições onde é importante estabilizar e harmonizar
a atividade cerebral.
Um dado importante é o fato de que a glândula pineal afeta diretamente as outras glândulas por meio de suas secreções. (Arendt
J.,1995. In Melatonin and the Mammalian Pineal Gland, Chapman & Hall, London, pp. 4.)

1.4 A MELATONINA E SEU PAPEL NA REPRODUÇÃO
Foram caracterizados sítios de ligação para melatonina nas gônadas [glândulas sexuais], no epidídimo, no ducto deferente e na glândula mamária, sugerindo vários locais de ação.
O papel da melatonina no desenvolvimento sexual e na reprodução humana ainda está sendo investigado.
Em mulheres, foi demonstrado que as concentrações de melatonina e de progesterona variam com as estações do ano, e que há uma correlação negativa entre melatonina e a produção de estrógeno. A melatonina em humanos possui importante ação antigonadotrófica, visto que inibe a produção de hormônio liberador do hormônio de crescimento (GnRH), que é essencial para o desenvolvimento das gônadas na fase de puberdade. (Vanecek, 1998).

1.5 A MELATONINA E O MAL DE ALZHEIMER
Diagnosticado por Alois Alzheimer em 1906, o mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que destrói as células do cérebro, lenta e progressivamente, afetando o funcionamento mental (pensamento, fala, memória, etc.). Com o avanço da moléstia, o paciente começa a perder hábitos, como o da higiene pessoal, e a manifestar alterações de comportamento, como ansiedade, agressividade, etc. Caracterizado como uma forma de demência, o mal de Alzheimer atinge cerca de 1% da população na faixa dos 65 anos de idade. Seu primeiro sintoma é, via de regra, a perda da memória recente, sendo indicado, neste caso, consultar um médico neurologista. 

Em pacientes com Alzheimer, os receptores no hipocampo, responsáveis pelo controle da tensão vascular, tem seu número significativamente aumentado em relação a pessoas normais da mesma idade, provavelmente devido a uma "up regulation" em resposta à diminuição da melatonina circulante. O pico noturno de melatonina não ocorre, ou é muito reduzido em idosos normais. A melatonina apresenta uma redução na formação da proteína B amilóide que é a responsável pelo mal, tendo, portanto, um efeito que permitiria supor uma ação anti-Alzheimer.

1.6 A MELATONINA E A MEMÓRIA
A melatonina também tem um efeito sobre a retenção de memória, tendo sido efetiva na reversão da perda de memória em animais velhos e em modelos de Alzheimer.

1.7 A PINEAL E O CEREBELO
Na parte posterior do crânio está localizado o cerebelo, cuja função é a manutenção do equilíbrio, tônus muscular e da postura, bem como da coordenação dos movimentos. 
Se houver qualquer tensão ou lesão no cerebelo, esta repercutirá no funcionamento da pineal e suas preciosas secreções serão prejudicadas. O cerebelo é comparado a um computador muito elaborado. Ele não somente recebe impulsos proprioceptivos, os quais informam sobre a posição de
nosso corpo ou de suas partes, como também chegam impulsos visuais, táteis e auditivos que podem ser utilizados pelo cerebelo.
Não se sabe exatamente como ele executa esta tarefa.

1.8 O ALIMENTO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
O sistema nervoso central é um todo, sua divisão em partes é exclusivamente didática. Essa divisão, em relação a um critério anatômico, reconhece que ele se localiza dentro do esqueleto axial, isto é, cavidade craniana e canal vertebral. O encéfalo é a parte do sistema nervoso central
situado dentro do crânio neural. A medula se localiza dentro do canal vertebral.
Encéfalo e medula constituem o neuro-eixo.
No encéfalo, temos o cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico. No homem, a relação entre tronco
encefálico e o cérebro pode ser grosseiramente comparada à que existe entre o tronco e a copa de uma árvore.
O sistema nervoso é formado por estruturas nobres e altamente especializadas, que exigem para seu metabolismo um suprimento permanente e elevado de glicose e oxigênio. Assim, o consumo de oxigênio e glicose pelo encéfalo é muito elevado e requer um fluxo circulante intenso. Quedas na concentração desses elementos ou a suspensão do afluxo sanguíneo ao encéfalo não são toleradas além de um período muito curto.
A parada da circulação cerebral por mais de 7 segundos leva o indivíduo à perda da consciência. Após cerca de 5 minutos começam a aparecer lesões que são irreversíveis.
Contudo, áreas diferentes do sistema nervoso central são lesadas em tempos diferentes, sendo as áreas filogeneticamente mais recentes as que primeiro se alteram. A área lesada que resiste por mais tempo é o centro respiratório situado no bulbo.
Os processos patológicos que acometem os vasos cerebrais tais como tromboses, embolias e hemorragias ocorrem com uma freqüência cada vez maior com o aumento da vida média do homem moderno. Cumpre lembrar que no sistema nervoso central, ao que parece, não existe circulação linfática, por outro lado, existe circulação liquórica.

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