sábado, 27 de julho de 2013

Os 13 princípios da Wicca, você os conhece?



Em abril de 1974, O Conselho de Bruxos Americanos adotou um grupo de Princípios da Crença Wiccana. São eles:

1. Praticamos rituais para nos colocarmos em harmonia com o ritmo natural das forças naturais, marcadas pelas fases da lua e ápices das estações.



2. Reconhecemos que nossa inteligência nos traz uma responsabilidade única em relação ao nosso ambiente. Buscamos viver em harmonia com a natureza, em um equilíbrio ecológico, oferecendo um compromisso com a vida e a consciência dentro de um conceito evolucionário.



3. Reconhecemos uma profundidade de poder muito maior que o detectado pelas pessoas “comuns”. Sendo tão forte, é as vezes denominado sobrenatural, mas nós o vemoscomo parte potencialmente natural a todos.



4. Cremos que o poder criativo do universo se manifesta através das polaridades masculina e feminina e que esse mesmo poder reside em todas as pessoas, operando mediante a interação do masculino e feminino. Não valorizamos um acima do outros, pois sabemos que cada um é o suporte do outro. Valorizamos o sexo como prazer, como o símbolo e manifestação da vida e como um das fontes de energia utilizada nas praticas mágicas e em adoração religiosa.



5. Reconhecemos tanto o mundo externo como o interno ou psíquico, as vezes conhecido como o mundo espiritual, ou Inconsciente Coletivo, ou os Planos Interiores, etc; vendo na interação destas dimensões a base para os fenômenos paranormais e os exercícios mágicos. Prestamos igual atenção as duas dimensões, considerando ambas necessárias para nossa realização.



6. Não reconhecemos hierarquia autoritária, mas sim honramos aos que ensinam, respeitamos aqueles que compartilham seus conhecimentos e sabedoria e apreciamos aos que valentemente se dedicam a ser mestre e professores.



7. Consideramos que a religião, a magia e a sabedoria nos unem em nossa forma de contemplar e viver dentro de mundo e identificarmos esta filosofia e visão mundial como Bruxaria, o caminho dos Wiccans.



8. O chamar-se “bruxa(o)” não constitui a ser bruxa(o) tão pouco o faz a herança em si, nem a coleção de títulos, graus e iniciação. Uma bruxa(o) intenta controlar as forças vitais dentro de si mesmo a fim de viver sabiamente, em harmonia com a natureza e sem prejudicar ninguém.



9. Afirmamos nossa crença na vida, no progresso, na evolução e no desenvolver do caminho, os quais dão um significado ao universo conhecido por mais e nosso papel dentro dele.
10. Nossa única mágoa contra o cristianismo ou contra qualquer religião ou filosofia reside no fato de liberdade os demais e suprimidos outras práticas e crenças religiosas.



11. Como bruxas(os) americanos não estamos envolvidos em debates sobre a história da arte, as origens dos diversos termos, a legitimidade de vários aspectos de diferentes tradições, interessando-nos unicamente por nosso presente e futuro.



12. Não aceitamos o conceito de mal absoluto, nem adoramos nenhuma entidade conhecida como Satanás ou Diabo, tal como define a tradição cristã. Não buscamos o poder através do sofrimento dos demais nem permitimos que se obtenha algum beneficio pessoal por tais meios.



13. Cremos que devemos buscar dentro da natureza o necessário para nossa saúde e bem-estar.

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