sábado, 17 de agosto de 2013

Deusa Diana. Roma.

No Paganismo: 
O nome Dianismo foi inspirado na faceta da Deusa greco-romana Diana a Deusa da caça e da lua protetora das mulheres por excelência, uma Deusa Virgem no sentido matriarcal da palavra (mulher livre e completa em si mesma) e não no conceito atual ou seja uma mulher que nunca teve relações sexuais.
As dianicas são mulheres que busca ligar se a sua essência interior através da Face virgem da Deusa, aonde ela é completa em si mesma. O Deus não é esquecido ou anulada, mas apenas visto como uma parte feminina da mesma, sendo assim a Deusa é masculina e feminina ao mesmo tempo.
Diana chega em nossas vidas para nos falar do resgate da individualidade interior e exterior, Diana prioriza a individualidade e um contato mais profundo com as habilidades naturais e intuitivas das mulheres bem como a natureza.


Diana.
(INDIVIDUALIDADE)
‘’Sou quem eu sou e sei quem sou. Posso cuidar de mim mesma em qualquer circunstância e posso deixar os outros cuidarem de mim. Posso optar. Não existe autoridade mais elevada do que a minha meu poder de discernimento é finamente aguçado. Tenho autonomia. Estou livre da influência da opinião dos outros. Sou capaz de separar o que precisa de separação. Assim uma decisão lúcida pode ser alcançada. Penso por mim mesma. Ajusto a mira e aponto o arco. Minhas setas atingem sempre o alvo... ’’

Mitologia
Em Roma, Diana era a deusa da lua e da caça, mais conhecida como deusa pura, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gêmea de Febo.
Era muito ciosa de sua virgindade. Na mais famosa de suas aventuras, transformou em um cervo o caçador Acteão, que a viu nua durante o banho.
Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era cultuada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Na mitologia romana, Diana era deusa dos animais selvagens e da caça, bem como dos animais domésticos. Filha de Júpiter e Latona, irmã gêmea de Apolo, obteve do pai permissão para não se casar e se manter sempre casta. Júpiter forneceu-lhe um séquito de sessenta oceânidas e vinte ninfas que, como ela, renunciaram ao casamento. Diana foi cedo identificada com a deusa grega Ártemis e depois absorveu a identificação de Artemis com Selene (Lua) e Hécate (ou Trívia), de que derivou a caracterização triformis dea ("deusa de três formas"), usada às vezes na literatura latina. O mais famoso de seus santuários ficava no bosque junto ao lago Nemi, perto de Arícia.

Mensagem pra você:
Artêmis/Diana atirou sua seta de individualidade na sua vida para ajudá-la a concentrar-se em si mesma. Você tem estado demasiadamente a serviço dos outros sem certificar-se de que conseguiu o que necessita para si mesma? Há muito não tem um tempo ou um espaço só seu? Os limites da sua individualidade parecem difusos e indistintos? Você sente que não tem direito a uma personalidade própria, mas deve sempre pensar nos outros, colocando as necessidades deles em primeiro lugar, até não saber mais quem é nem o que quer? Agora está na hora de ser você mesma. Está na hora de prestar atenção às vozes sussurrantes das suas próprias necessidades. Está na hora de resgatar a si mesma, e celebrar e fortalecer a pessoa que você é. Diana diz que a totalidade é alimentada quando você honra, respeita e dedica tempo a si mesma. Ela também pergunta como você pode esperar atingir quaisquer alvos se não tem um eu a partir do qual atirar?

Sugestão de ritual: 
:::Resgate a si mesma:::
Isto pode ser feito a qualquer momento e em qualquer Lugar. Você pode optar por fazê-lo a sós ou na frente da pessoa ou pessoas às quais você entregou pedaços de si mesma. Sente-se, fique em pé ou deite-se com a coluna reta. Feche os olhos. Inspire profundamente e expire. Respire fundo outra vez, inspirando para o útero, para o seu centro. Olhe para o seu corpo. Pergunte a si mesma se estão faltando pedaços. Abra-se a fim de ter uma sensação, visão ou sentimento de onde estão esses pedaços que faltam. Por exemplo: você deu ao seu amante sua porção de alegria, e agora não consegue sentir-se alegre sem ele? Você deu aos seus filhos um pedaço generoso de si mesma, e agora que eles cresceram, sente-se perdida? Chame esses pedaços de volta. Perceba, sinta ou visualize esses pedaços que faltam voltando para você. Deixe-os entrar no seu corpo outra vez, e, à medida que isso acontece, sinta-se ficar mais forte e mais viva. Quando tiver terminado de resgatar-se, talvez queira reforçar seus limites e dar nome às suas partes.

Agradeça às suas partes por retornarem, e abra os olhos. Seja bem-vinda!



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