quarta-feira, 11 de junho de 2014

ATAQUE PSÍQUICO.


ATAQUE PSÍQUICO.
Quase diariamente encontro pessoas convencidas de que alguém as "enfeitiçou" com uma praga. Elas interpretam todos os desastres naturais de suas vidas em termos da malvadez de alguém. Desemprego, doença, solidão e relações difíceis são vistos como o resultado de ataque psíquico ou maldição familiar oriunda dos velhos pais. Médiuns sem ética podem até incentivar esse medo, dizendo aos seus clientes que alguém, de fato, os amaldiçoou e às suas famílias, mas por um preço exorbitante o médium acenderá uma vela ou fará o que seja necessário para eliminar a praga.
Muito poucas pessoas sabem o que o ataque psíquico realmente é. Apesar das imagens criadas pelos diretores de cinema e pelos novelistas tremendamente populares do gênero horror, a maioria das pessoas não está correndo qualquer perigo real de ataque psíquico. É muitíssimo mais provável que as pessoas sejam prejudicadas por seus próprios pensamentos vulneráveis do que por pragas de inimigos que usam malevolência ou espetam alfinetes em bonecas. Pragas, maldições, despachos e bruxaria maléfica existem, mas os praticantes inescrupulosos que são versados nessas formas de abuso são poucos e muito distantes uns dos outros. A maioria das pessoas passará pela vida a são e salvo, sem os encontrar nunca.
Devemos estar realmente de sobreaviso é para os nossos próprios pensamentos e ações (e Para os dos outros) que podem irrefletidamente projetar situações nocivas em nossas vidas. Os desejos malévolos da maioria das pessoas não se destinam a fazer mal, de fato, provam ser inofensivos. Isso é porque muito poucos dos nossos pensamentos são absolutos e concentrados. Sentimentos contrários de culpa ou amor diluem as intenções malévolas da mente e, assim, diluem a energia hostil. Entretanto, um pensamento vigoroso, absoluto, e uma forte intenção perversa podem realmente causar dano. O melhor meio para proteger-se do ataque psíquico, seja na forma de uma praga ou de uma projeção de pensamento malévolo, é estar consciente dessa possibilidade, recusar-se a aceitá-la e, depois, fazer algo positivo para neutralizá-la.
Neutralize o poder do seu "inimigo" pintando psiquicamente sobre ele um grande "X" branco. Acione o seu escudo psíquico quando alguém disser alguma coisa perniciosa a seu respeito.
Além disso, visualize as energias protetoras que o seu pantáculo atrai para o seu corpo e sua mente quando você escuta ou vê algo maligno.
Existem muitas maneiras de nos protegermos psiquicamente, mas se você pensar que ainda está correndo um verdadeiro perigo, procure a ajuda de outros. Peça aos de sua confiança que o ajudem ou a outras Bruxas que façam um sortilégio em seu benefício ou lhe enviem proteção oriunda dos seus respectivos círculos mágicos. Também podem preparar para você um talismã, filtro ou amuleto especial. E, de todo modo, não esqueça o meio mais óbvio de proteger-se de um dano físico: chamar a polícia. Nem todo dano físico provém de outros. Devemos assumir a responsabilidade pelo infortúnio se este nos atinge e não ficar buscando fora de nós próprios os bodes expiatórios. É sempre mais fácil responsabilizar outrem por nossas dificuldades do que assumir a responsabilidade pessoal por nossas próprias vidas. Em alguns casos, quando você é a causa de seus próprios problemas, poderá necessitar de ajuda profissional para repor sua vida em boa forma. Uma visão de fora, de uma Bruxa, médium, terapeuta ou conselheiro, pode ser tudo o que você precisa. Com freqüência, estamos demasiado perto dos nossos próprios problemas para vê-los pelo que realmente são — nós causando danos a nós mesmos.

Fonte: O Poder da Bruxa.

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