segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O que tu almejas para o verão?

::E. Laetittia Braz::

Você já parou para analisar sob uma outra forma o verão?
Não é somente um período de férias e festividades para uns ou viagens para outros.
A questão real é: o que seu consciente, inconsciente e Eu superior verão em você neste verão? Já se perguntou sobre isso? Se ainda não, ouça atenciosamente a cada resposta.

E deixe de lado como os outros te verão, caso opte em mudar e/ou renovar algo em tua vida. Pense apenas em como você se sentirá ao se ver na nova pessoa que se transformará ao longo dos próximo 365 dias e no próximo verão exclamar: ''Eu e a minha consciência da harmonia estamos em paz e viveremos felizes para sempre!"
Decifrando o tema proposto, pergunte-se: "O que é Verão para mim?" E eu posso sentir daqui as mais diversas respostas. E todas muito boas além de óbvias.

O Verão é a estação mais quente do ano. É representado sempre com o Sol no ápice, é a força Yang, a masculinidade, a força e a agressividade, impulsividade, selvageria, primitivismo e sexualidade. Podemos citar os Deuses: Marte, Apolo, Tyr, Shiva, Belenos, Obaluaê, Osíris e a Deusa solar japonesa Amaterasu. Estes Deuses eram cultuados e invocados em grandes ritos e festivais para que o ano fosse de muita fartura na agricultura e em seus lares/condados contra os inimigos.

Tecendo ainda mais a compreensão de vocês, diria que o verão era representado pelo machado, foice, cutelo, arado e espada.Pois era no verão que se iniciava a aragem da terra e com a foice e machado iam limpando o terreno para o novo plantio.
A essa altura você já deve ter associado o que quero dizer a você. Não perguntarei como será o seu cultivo para 2015, pois perguntarei algo mais além: "O que te impede de ceifar o velho para cultivar novos parâmetros?"

É certo que nada nos impede a não ser nós mesmos. Com os padrões e crenças limitantes que carregamos desde a infância e até mesmo de vidas passadas!
Que tal ceifar esses padrões nocivos que viemos arrastando ano após ano? Não é difícil. É como diz a música: "Busque a Harmonia e saiba que o Amor faz bem ao coração..." ¹

Sabemos que nem tudo são flores e com o Verão não é diferente. Aproveite este período de força, energia e impulsividade para limpar tudo o que não almeja mais em sua vida.

Que o Amor, Luz, Alegria, Paz e Harmonia habite em sua vida e em seu coração hoje e sempre... ecoando assim para as pessoas próximas de ti também...

E. Laetittia Braz.

¹ - Música: Os 4 Elementos - Tomaz Lima

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Anahata na Roda de Samsara.

Escrito por: E. Laetittia Braz.


Quanto mais tentamos controlar e ''castrar'' nossos pensamentos e a mediunidade, as coisas pioram e perdem o rumo. Pois tais coisas não são físicas. São sutis e etéricas dependendo do caso e mesmo que ocorra algo denso e ruim conosco, o pensamento e mediunidade não são físicos e então não podemos ficar com medo e nem triste por conta disso. 

O que deve ser feito é deixar fluir, Esta é a regra. Esta é a Lei. O coração é que manda. O coração é que guia. O coração é que nos liga com o nosso Eu Superior e assim, estaremos nos Portões Celestiais com mais facilidade para obter o contato com o Divino...

Estirpe o medo em sua vida e sinta como as coisas fluirão em tua vida, em teu coração...

O ciclo de morte e renascimento deve ser encarado como um fato natural. Pois assim o é. Os nossos pensamentos são a mesma coisa. Precisamos deixar que pensamentos nocivos e negativos morram, para que pensamentos e energias de Luz renasçam em nós e com isso poderemos trabalhar melhor os nossos dons e também com a mediunidade.
Vejo muitos jovens com os pensamentos negativos a todo vapor e com suas mediunidades e dons totalmente estagnadas

A meditação budista ensina que por meio de cuidadosa observação da mente é possível ver a consciência como sendo uma sequência de momentos conscientes ao invés de um contínuo de auto-consciência. Cada momento é a experiência de um estado mental específico: um pensamento, uma memória, uma sensação, uma percepção. Um estado mental nasce, existe e, sendo impermanente, cessa dando lugar ao próximo estado mental que surgir. Assim a consciência de um ser senciente pode ser entendida como uma série contínua de nascimentos e mortes destes estados mentais. Neste contexto o renascimento é simplesmente a persistência deste processo.

Esta explicação do renascimento como um ciclo de consciência é consistente com os demais conceitos budistas, como anicca (impermanência), dukkha (insafistatoriedade), anatta (ausência de identidade) e é possível entender o conceito de karma como um elo de causa e consequências destes estados mentais.


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